domingo, 30 de junho de 2013

Seriously, Nenuco?

Pois se eu nunca, mas mesmo nunca gostei de Nenucos, Barriguitas, nem sequer dos Bebés Chorões, nem mesmo naquela altura em que todas as meninas, do alto dos seus 3 anos, gostam de passear num carrinho um boneco que tratam como seu fosse seu filho (parece-me que é por volta dessa altura que o relógio biológico dá as primeiras badaladas da vida), porque raio fui eu comprar um ambientador com esse nome?
Resultado: tenho a minha casa a tresandar a bebé! Agora tentem imaginar o estado em que isso deixa as minhas hormonas...

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Porque num mundo moderno, de casas modernas, de casas com equipamentos modernos, as chaves da porta da rua são...

...essenciais! São um tesouro, são um milagre, são o passaporte para o ninho, são...tudo o que eu não tinha e precisava.
Pois que num mundo moderno, de casas modernas, de casas com equipamentos modernos, as coisas também avariam, também deixam de funcionar e quando o fazem, é tudo ao mesmo tempo.
Pois que a porta do mundo moderno, da casa moderna, como bom equipamento moderno que é pifou, kaput, morreu, e com ela as campainhas. Até aqui tudo mais ou menos bem porque num mundo moderno, de casas modernas, de casas com equipamentos modernos, existe sempre uma garagem por onde se entra também com um carro moderno. Os problemas começam a agravar-se quando os carros modernos , de onde não foram tirados os comandos das garagens dos prédios modernos também têm de ir para a oficina.
E o quê que acontece quando num mundo moderno, de casas modernas, de casas com equipamentos modernos, a modernice falha? Acontece que uma rapariga quase moderna que tenta viver num mundo moderno, de casas modernas, de casas com equipamentos modernos, fica na rua, separada da sua casa por uma portilhola de vidro, mas do mais moderno que há, e aprende que por alguma razão, mesmo num mundo moderno, de casas modernas, de casas com equipamentos modernos, as portas ainda vêm com fechaduras à antiga.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Já não bastava

...a Nespresso a fazer-nos de parvas, a tentar convencer-nos que alguém trocava o Clooney por um ristretto, por um fortissio lungo, por um volluto, por...ca raio gente, por uma bica, sim porque seja lá qual for o nome que lhe queiram chamar, não passa de um café, de uma bica, de um cimbalino, ainda vem a Häagen-Dazs passar-nos outro atestado de estupidez. Haverá alguém neste mundo, haverá tal criatura que trocasse o Bradley por um gelado?
Se ela se trancasse com ele e com o gelado ainda vá, eu engolia a história, agora assim...
Pois comigo, como boa lontra que sou, marchavam os dois, com ou sem colher, que a vida não está para desperdícios destes.



É caso para dizer que nos querem pôr a comer geladinhos...com a testa!

Touché!

Anita, tu que nunca andas de transportes públicos, tu que sem o teu bólide não podes nem sabes viver, tu que nunca, jamais em tempo algum tiveste tal coisa como um passe social, o que precisavas mesmo, mesmo hoje? De um comboio suburbano para regressar a casa.
E como toda a gente sabe, hoje não havia nenhum. Estando eu já na A1 a caminho da terra do vinho, valeu-me arranjar à última da hora quem me desse uma boleia para casa.
Lá está, há de tudo, mas quando se precisa mesmo nunca se tem...

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Se calhar é mesmo só pedir...

Desde que seja com muita força, parece que afinal é só pedir. É só levantar a cabeça, olhar para cima e pedir, muito, com força, alto e a bom som e as coisas acabam por vir.
Se calhar não é só pedir. Talvez seja preciso querer mesmo muito, desejar, caso contrário é só pedinchice e toda a gente sabe que os pedinchões nunca vão a lado nenhum.
Pois que agora nem estava à espera, nem contava, apesar de continuar a querer, talvez até mais do que já quis.
Se assim é que venha. Cá estarei para aproveitar!
E pensar que só lá fui pedir para marcar férias...

segunda-feira, 24 de junho de 2013

CHECK

Please don't stop the music...

(SUPER) Bimba mode: ON!

No estado em que o meu cabelo está até parece que o ripei de propósito para isto.
A ver se não parto nenhum pé com os pulos...









Gosto tanto...

Gosto de conversas intermináveis, das que duram a noite inteira, gosto de gargalhadas espontâneas, gosto de olhares cúmplices e de sorrisos envergonhados, gosto de brincadeiras inesperadas, gosto de pores do sol, de noites de domingo de sofá e manta, de jantares a dois, de borgas em grupo, de dormir na areia de mão dada, de luares, de noites em conchinha, de passeios sem destino, de noites longas e loucas, gosto de partilha, de intimidade, gosto de toque, de pele, de cheiro, gosto de beijos doces e apaixonados, gosto de cabelos enrolados nos dedos, gosto de suspiros de saudades, gosto de brilhos nos olhos, gosto do nervoso miudinho e do coração a bater mais forte, gosto da vontade de estar, de fazer, de ir, de ter.
Gosto de pessoas especiais que me fazem imaginar tudo isto, de pessoas em quem a minha mão encaixa, em que o toque queima, onde o cheiro desnorteia e o beijo apetece.

Isto sim é motivação!

O que fazer em alturas em que te sentes gorda, inchada, com celulite do tornozelo até ao rabo, com uma barriga que parece um babete com uma cintura digna de competir contra tudo o que é troco num concurso de lenhadores americanos?
Enfiares-te num provador com um espelho gigante, com aquela luz deprimente e reveladora de tudo, até do que não tens, com uma amiga magra, seca, definida e atlética a...experimentares bikinis.
Pior é juntar-se à festa uma vendedora desesperada por exercer as suas funções, empenhada em conseguir o milagre de me fazer sentir bem em trajes menores.
Resultado final: amiga com um trikini fabuloso vs eu com uma tanga laranja fluorescente com um folho.
Há quem cole fotos de revista e frases de motivação no frigorífico e nos espelhos. Eu faço destas.

E juro que saí de casa só para ir comprar um bilhete para um concerto...

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Today's Mood #65


E podem não ser, mas quando no dia seguinte se vai trabalhar, umas horas a mais de sono davam tanto, mas tanto jeito...

quarta-feira, 19 de junho de 2013

E é isto

Há pessoas que têm com o amor a mesma relação que eu tenho com o euromilhões. Queixam-se que não lhes sai, que só acontece aos outros, que gostavam tanto, que vinha mesmo a calhar, que não encontram, que lhes fazia tanta falta, que não têm sorte, mas no fim, vai-se a ver, nem sequer jogam!

terça-feira, 18 de junho de 2013

Será?

Acho que assim de repente, entre um episódio do Sexo e a Cidade , pintar as unhas e um Materchef, fez-se luz nisso da relação entre ser-se solteirona e ter-se gatos, aliás, esse cliché de ter de ser um gato transtorna-me tanto ou mais do que essa espécie de compensação de quatro patas.
Ainda pensei que isso de ser arranjar um gato para colmatar os espaços deixados em branco por uma não existência de vida amorosa se prendesse com o conceito de fofinho que, talvez, os gatos consigam suscitar. Podia ser que estivesse relacionado com o facto de eles serem mansarrões, de gostarem de estar aninhados no sofá, por ronronharem, sendo isso considerado como um expressar de carinho e satisfação ao serem afagados, ou até , quem sabe, por poderem eventualmente aquecer os pés nas noites frias, mas não. De repente formou-se na minha cabeça uma teoria muito mais complexa que isso do pêlo macio, das festas e das noites de manta no sofá. Na verdade a coisa é muito mais complicada que isso.
Os gatos são conhecidos e apreciados pela sua independência em relação aos donos, pelo facto de pedirem, e terem, festas e mimos quando a eles lhes apraz, de se esfregarem nas pernas quando chegamos a casa como forma de contentamento para, logo depois, pedincharem comida, a qual agradecem com mais umas "marradinhas frenéticas ao nível das canelas", de terem vontade personalidade própria. São conhecidos também por gostarem de passar o dia refastelados sem fazerem nada, por brincarem quando têm vontade e por pararem quando a brincadeira não lhes agrada ou quando já estão cansados, por mostrarem o seu desagrado com uma bufadela e eriçar de pêlo por vezes acompanhado por uma unhada e por serem tão, mas tão asseados que são incapazes de utilizar o seu caixote de areia quando ele não está imaculado.
As donas por sua vez, acham normal que uma brincadeira mais acesa termine com uns arranhões, que o pobre bicho mije fora do penico quando elas, umas porcas desmazeladas, por algum motivo não o puderam limpar, que a poltrona ou o sofá esteja todos arranhados para que ele possa afiar as unhas, que se pendurem nos cortinados, afinal de contas o bichano estava entediado e a escalada faz-lhe tão bem, que ele fique o dia inteiro deitado no sofá, refastelado contra a almofada preferida delas a enchê-la de pêlos. Acham normal terem de ir a correr para casa para ele não ficar o dia todo sozinho, mesmo que depois de elas terem chegado ele as ignore, o que na verdade não é ignorar, é apenas ter uma vida própria, personalidade, vontade e de momento não estarem virados para o mimo e para o carinho, que lhes cague a casa toda fazendo-as ter que limpar o que eles sujam, que as donas dedicadas estejam sempre dispostas da afagar o pêlo quando a sua excelência lhe convém, em suma, acham normal ter a sua vida, a sua casa e as suas rotinas adaptadas aos mini felinos, pior, acham normal, e exibem com orgulho desmedido, isso da independência, da preguiça e do "I do what I want mode" dos seus meninos, aceitando isso com uma enorme resignação e condescendência porque afinal eles são assim e pronto, ou se gosta ou se odeia.
E perguntem-lhes lá se elas querem um cão. Isso é que nunca!
Então iam agora ter alguém dedicado, fiel, pronto para a brincadeira, que vai com elas para todo o lado, que as defende, que fica deitado aos seus pés quando estão tristes, que dá pulinhos de contente quando chegam a casa, genuinamente felizes por as verem? É claro que não. Isso dá muito trabalho, exigem muito tempo e têm de se levar à rua a passear, quer faça frio ou sol. Uma canseira.
Eu não tenho animal nenhum, é certo, nem com pêlo, nem sem pêlo, nem com escamas ou penas e por isso há-de haver quem me venha com a conversa da companhia, da limpeza, da personalidade forte, do carisma e afins, que estes felinos domésticos têm e do poder que exercem nas solteironas e que eu, não sendo detentora de nenhum animal de estimação, não sei do que falo.
Até posso não saber o que é ser a mulher a dias do bichano, mas que sei que há aqui um padrão, lá isso sei, se é que percebem a analogia.
Se analisarmos cuidadosamente o comportamento dos gatos e a aceitação que as respectivas donas têm do mesmo e se projectarmos isso nas escolhas e aspirações amorosas que elas possam fazer, quase que arrisco dizer não têm gatos por serem solteironas, mas que são solteironas por escolherem ter gatos.
Ou isso ou os reduzidíssimos níveis de açucar que me correm no sangue me estão a provocar alucinações onde tudo isso, parecendo que não, está ligado.

...se bem que há sempre outras hipóteses mais simplistas e ilustrativas da coisa

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Today's Mood #64

" Anita, aqui só vejo fumo!"

Ora aqui está uma frase que em tempos idos já foi alvo de espanto, de desespero, até mesmo de chacota.
Como, sim COMO é que depois de todas as minhas explicações e mais de 1h a olhar para um monitor, alguém podia estar a fazer tudo ao contrário do que lhe tina sido explicado e ainda rematar com uma tirada destas? Pois, mas é possível e aconteceu, para minha admiração.
A questão é que na altura a frase não fazia sentido, parecia descabida, ridícula mesmo. Hoje, se por acaso me perguntassem "o que vês tu, Anita?", aquela seria a minha melhor resposta.
É triste, pá!

quinta-feira, 13 de junho de 2013

As coisas que descobres quando viajas

Eu já sabia que tinha uma irmã mais velha, um irmão mais novo (aqui vê-se, claramente, que no meio é que está a virtude), mas desconhecia por completo que tinha uma siamesa. E era tão feliz nessa minha ignorância...

Today's Mood #63

E é ao passar a noite de Sto. António longe do calor, da confusão, do cheiro a sardinhas, da cerveja gelada, da multidão que literalmente me arrasta calçada fora no centro da minha cidade, longe dos manjericos, longe da música da qual me queixo por já não ser típica dos santos populares, longe dos balões de papel coloridos, longe de uma das noites mais animadas da cidade de Lisboa, ainda que estando numa das mais animadas cidades do mundo, que concluo que, efectivamente, há dias em que sou tão popularucha...e gosto!

Podiam ser muitas outras, melhores, piores, diferentes

...mas quando me passeio pelas ruas de Londres, quando olho para o céu cinzento, para os edifícios vitorianos, quando vejo os double decker vermelhos, as cabines telefónicas, a azafama nas  ruas, as pessoas com todos os estilos, ou com falta dele, é isto que não me sai da cabeça


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Eu posso explicar, tá?


Se eu vos disser que isto é a parte da frente de uma factura de um táxi vocês acreditam, não acreditam?
Ufa, ainda bem! Se vocês acreditam, então o meu chefe também vai acreditar...e o administrador que aprova as minhas despesas também.
Até porque por 11£ era, no mínimo, publicidade enganosa!

E então Anita?

Pois que nada de novo. Por aqui é mais do mesmo...frio e quase chuva. Londres, portanto...

sábado, 8 de junho de 2013

Mas que porra de dia é este?!

E só não o faço porque a empregada veio ontem, logo, nem isso tenho para fazer!
Já dormi, já comi (pelo filme que foi enfiar as calças nem sequer o devia ter feito (um copinho de água e upa, upa...), já massajei as pernas, já joguei GT5, não me apetece dormir a sesta, não me apetece ler nem ver filmes, não acho boa ideia fazer as malas para amanhã que,com o humor com que estou havia de lá chegar com uma mala cheia de trapos, andar na rua está de chuva, ir ao cinema não faz parte dos planos e o que me apetecia mesmo...diz que não dá. Assim sendo, acho que vou massacrar umas amigas com lamurias e tentar convencer aqueles que querem ir jantar para Alfama que em em casa com um lambrusco também se está muito bem.
Se a isso juntarmos o facto de me estar a sentir inchada que nem um peru e inflada que nem um peixe-balão, estou a pontos de bolsar...ou cortar os pulsos!

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Até podia ser muito bom, mas afinal...é esquisito

Noite de pizza , manta, sofá e filme. Os ingrediente que tornariam uma noite de Inverno catita ...isto se não estivessemos, em teoria, quase no Verão!

Today's Mood #62


...mas soube bem entalá-lo com uma luva branca.
Classe!

Começo a ver muito mais utilidade nisto das formações

"introduction to gambling theory (exercise)"

Agora sim tudo começa a fazer muito sentido. Se a isto juntarmos o facto de lá ter amigos à espera e sair já de Lisboa com uma amiga atrelada para a semana inteira, algo me diz que este curso promete!

Quando o telefone toca

Já não me bastavam os sms's, sim, os mesmos sms's que às vezes, quando estamos quase a implorar que o telefone toque, dê um bip, um qualquer som que não seja o de ter a bateria a morrer, me fizeram correr para o telemóvel para, ao abrir a mensagem, ver que afinal era só uma promoção tipo 2x1 para pizzas médias e familiares com 4 ou mais ingredientes, agora também telefonam.
Pois que está uma pessoa concentrada a trabalhar, empenhada em fazer pela vida e a focar-se no que realmente importa, quando é interrompida por uma chamada de um número que não conhece. Pois que uma pessoa pára tudo e atende o telemóvel com a voz mais amistosa, prestável  e educada que já se ouviu para do outro lado ter alguém cuja preocupação é apenas e tão somente saber porquê, sim PORQUÊ, como se eu tivesse de lhe dar justificações, que eu não encomendo pizzas há tanto tempo!
Para começar, não sei em que momento me tornei eu numa cliente tão importante que, ao fim de 3 ou 4 pizzas encomendadas ganhei o direito a uma chamada promocional de cortesia e da mais pura preocupação. Acredito piamente que a senhora queria genuinamente saber porque raio teria eu deixado de consumir os seus produtos e que o facto de no fim me impingir mais umas promoções, as quais ela ainda achou que eu ia apontar no papel para não me esquecer, foi única e exclusivamente em prol do meu bem estar e da minha boa alimentação.
Classe era, em vez de me telefonarem a pedinchar um pedido, mandarem-me entregar umas pizzas em casa à borla, assim a título de incentivo para próximas encomendas, mas algo me diz que eles não estão assim tão preocupados comigo.
Se por acaso estiver enganada e vocês me estiverem a ler, a minha favorita é a formaggio e uns pães de alho vêm sempre a calhar.
Vá, e não precisam sequer de me agradecer a sugestão para uma campanha de marketing genial. Ao contrário de vocês, às vezes dou umas borlas.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

O que ela disse, mas bem podia ter sido eu

"Este casaco, giro? Já tem 10 anos e estas calças...13. Tudo na minha vida dura muito, excepto o que é importante"

Pior é que eu também não podia dizer isso. As minhas calças não duram tanto tempo...

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Mais vale prevenir do que remediar


É ou não é uma preocupação tão válida como qualquer outra? Se é para prevenir é para prevenir, que diabo!

Tu queres ver...

...que afinal o meu chefe lê mesmo estas coisas que para aqui escrevo?
Ou isso ou as minhas preces foram ouvidas e hoje saiu-me na rifa mais um curso. Na verdade não foi o que achava que me fazia falta, mas até faz sentido. Entre ontem e hoje demonstrei ter capacidades de o fazer na perfeição, diria mesmo de alto, sem ser necessária formação adicional pelo que uma semana em terras de Sua Majestade a aprender a fazer contas à vida me parece muito bem!
Nem sei qual dos conceitos gosto mais, se o da fruta podre cair sozinha se o de quem pode...brilha!

terça-feira, 4 de junho de 2013

O meu chefe falhou redondamente na altura de escolher os meus cursos para este ano

O coitado até teve boa vontade, ele até se esforçou e achou que uma semana a fazer campo nos Pirineus me ia deixar feliz, e deixou, mas o que eu precisava mesmo, assim desesperadamente, não era passeio, não era ver turbiditos nem ver afloramentos. O que me fazia mesmo falta era aprender coisas práticas, daquelas que podia aplicar diariamente no escritório.
Caso ele leia o meu blog, aqui fica a sugestão


Vendo bem as coisas, pesando bem os prós e os contras...



Se há coisa que devia deixar, sob pena de só fazer merda, é fazer as coisas movida a hormonas. Daí nunca vem coisa boa e o resultado? DESASTROSO!
Aguenta Pacheco!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

O que é nacional (também) é bom


Porque ainda há surpresas catitas...em português :)

13 cm minha gente, 13 cm!

É esta a distância que separa os meus calcanhares do chão.
Para uns pode parecer pouco, para outros pode parecer imenso, há até gente para quem é normal.
Para mim são vertigens.

domingo, 2 de junho de 2013

Splash não, chapão!

O salto da Filipa de Castro (aqui o "de" é para lhe conferir um ar mais benzoca, afinal a moça é V.I.P) não devia valer. Ela vai saltar com bóias!