segunda-feira, 31 de março de 2014

Margarida Rebelo Pinto, sei lá, afinal estás perdoada...


E pronto, era a pérola que faltava!


E os ingredientes para o sucesso estão todos lá: amor, romances proíbidos, crimes passionais e cenários paradisiacos. Afinal quem nunca sonhou viver uma história de amor na praia de Algés?
Noticia completa AQUI. Where else...

segunda-feira, 24 de março de 2014

quarta-feira, 19 de março de 2014

Ter até tenho, mas mando para onde?

Não tenho para onde mandar tudo aquilo que poderia querer dizer-te hoje, aliás não só hoje mas como em tantos outros dias, mas vá, falemos só do dia de hoje. Todos os outros dias são outra história.
Hoje, tal como de todas as outras vezes, tinha pelo menos um beijinho para te dar. Um beijinho diferente do dos outros dias. Talvez fosse um beijinho de agradecimento, mas sei lá, há coisas que não se agradecem, não é? Pronto, um beijinho especial com saudades, muitas, tantas. Só um beijinho e tu já sabias tudo aquilo que esse beijinho tinha lá dentro, afinal tu sabias sempre tanto que eu não ia precisar de ter explicar.
Podia tentar mandar o beijinho para o número de telefone que me sobrou ali na lista telefónica do telemóvel, só para ver o que acontecia, mas certamente não o ias receber. Assim sendo, e não tendo para onde o mandar ou por quem mandar o recado, guardo-o para mim, boa? Às tantas, vá-se lá perceber estas coisas, tu recebes o beijinho na mesma.

Today's Mood #89

3...2...1... vamos lá tentar então

...ali ser felizes para sempre?


Muitas são as perguntas que gostava de fazer, tantas. Há um sem fim de dúvidas que me inunda a cabeça e para as quais gostava de ter uma resposta, uma explicação. Ainda assim, no meio da multidão de pontos de interrogação que me habita, este destaca-se dos outros. Este ocupa mais espaço, muito espaço, aliás todo o espaço. Perto dele todos os outros deixam de ser importantes e apenas este e só este precisa de resposta.
Então, vamos?

terça-feira, 18 de março de 2014

Não é para quem quer, é para quem pode

Há quem ande de metro, de autocarro, comboio ou barco. Há quem prefira deslocar-se de carro, de mota, bicicleta ou até mesmo de patins. Já eu prefiro andar a pé, mas com classe.
Tanto me queixei dos saltos na calçada que agora estendem-me passadeiras vermelhas.
Assim, sim!

sexta-feira, 14 de março de 2014

Hoje é o dia!

Havia de chegar o dia em que fazer as malas para voltar me ia deixar mais contente do que fazer as malas para ir, em que a excitação da chegada é maior do que o entusiasmo da partida,  em que as saudades do que temos são maiores do que a curiosidade de conhecer outro mundo...

terça-feira, 11 de março de 2014

E ao segundo dia dás conta que fazer a mala enquanto falas com uma amiga não é o melhor método

Se estivesse mais atenta ao que lá estava a pôr dentro em vez de estar a tagarelar, provavelmente não teria de ir às compras sob pena de parecer uma maltrapilha.
Ainda assim podia ser pior. Podia, tal como é hábito, fazer a mala horas antes e aí,  tendo em conta o estado em que fui para o aeroporto,  a esta altura estaria no curso embrulhada na manta do hotel.
E não, não é uma desculpa para enfeirar.

Para aqueles que...

...de tão invejosos que estavam do meu céu azul e temperaturas amenas em Londres, começaram a rogar-me pragas, perderam o vosso tempo.
Tenho um belo de um casaco e, caso me falte alguma coisa para cobrir o meu corpo esbelto, estou no sitio ideal para ir às compras.
Temos pena!

domingo, 9 de março de 2014

Confessem, é só vontade de fazerem fila, não é?

Faz-me espécie a fila na porta de embarque muito antes do dito embarque começar.
Eu consigo perceber a pressa de entrar no metro, de escolher uma posição estratégica na plataforma para poder ser dos primeiros a entrar quando abrem as portas. Percebo a fila na paragem de autocarro e a indignação quando alguém, de fininho, a tenta furar, afinal não há lugares marcados e todos querem chegar ao destino alapados numa cadeira. Todos nós sabemos que quando vamos de pé, enlatados entre pessoas, a tentar equilibrar-nos entre a pança do de trás e o sovaco do que está ao lado, só se arranja um lugar quando a próxima paragem é a nossa. Agora quando o nosso lugar está marcado, garantido, quando dali não saímos nem ninguém nos tira, não percebo esse medo de ficar apeado.

sábado, 8 de março de 2014

É só estranho...

...estar a tratar da ida à neve enquanto penso, várias vezes, que se não tivesse as malas para fazer, hoje estava um dia perfeito para estar na praia.

terça-feira, 4 de março de 2014

Agora que se acabou o Carnaval...

...eles voltam todos a ser muito machos e elas voltam todas a ser muito puras e castas, que isto de brincar às pegas e matrafonas é só a reinar e apenas uma vez ao ano. Afinal de contas é Carnaval e ninguém leva a mal.
Conta a minha mãe que na sua altura de menina tinha medo do Carnaval. Lá na terra de onde ela veio, lá no sul de Angola onde Judas perdeu as botas e andou às voltas no deserto para as encontrar, os pescadores locais tinham por hábito, não encarnar freiras, enfermeiras, Capuchinhos Vermelhos nem vampiras saídos da boite nem tampouco vestirem-se de matrafonas badalhocas, mas de usarem tudo o que era rede, apetrecho de pesca e pinturas que os deixasse com um ar realmente demoníaco, de tal maneira que a pobre coitada da mãe dizia ficar com febre, tal era o pânico que aquilo tudo lhe causava. Eu não compreendia como é que era possível alguém ter medo do Carnaval. Para mim o Carnaval era assim uma espécie de concentração anual de fadas e princesas e um misto de anúncio da Evax onde a festa era feita com confetis e serpentinas pelo ar . Passada a fase do tule, do cetim e das purpurinas veio a fase dos ovos, dos balões de água e das bombas de mau cheiro nas aulas de matemática e nas pastelarias cheias de senhoras a beber chá. Aqui, achava eu, estava no auge do Carnaval underground.
Agora que começo a perceber o medo que o Carnaval causava à minha mãe e na verdade, mesmo sem redes e sem apetrechos, aqui na terra onde vivo e 50 anos depois, a coisa vai dar quase ao mesmo: têm todos um aspecto demoníaco e anda tudo à pesca.
 

Masterchef Junior

Ao ver isto não sei se chore por estar a ser humilhada por fedelhos dos 8 aos 10 anos, se me sente em profunda reflexão na esperança de descobrir onde é que estou a falhar na educação do meu filho.

Eu e mana...

... a um curto passo de sermos ricas, milionárias, obscenamente abastadas, (ainda mais) excêntricas - sim, a mana tem jogado no euromilhões com grande fé e, apesar de não haver qualquer tipo de sociedade, há um pacto que garante o meu bem estar futuro - começámos à procura da nossa nova morada.
Enquanto nos debatíamos se era melhor uma casita familiar em Miami, um chalet em Bridgehampton (a mana acha que basta ter a palavra Hampton no nome para ser logo uma opção para lá de chique), ou uma cabana nas Grenadines, chegámos à conclusão que bom, bom é continuarmos por cá. Que essas mansões à beira mar plantadas em terras de estrangeiros e sol não prestam, que não fazem jus à nossa classe e condição e que, se é para gastar, se é para não olhar a tostões, se é para viver à grande, então que seja já aqui ao lado, com vista para o nosso belo Monsanto e radial de Benfica.
A única questão que se põe, pelo menos para mim, é se com tanto dinheiro não dá para trocar o nome à freguesia e passar a ser São Domingos de Sporting. Cheira-me que não é nada que não se resolva com uns trocados. Afinal, somos excêntricas ou não somos? 

sábado, 1 de março de 2014

Miss Brightside

É sempre bom ver que ao menos, mesmo com todas as correria e canseiras, esquecimentos  e desorganização, o ano passado foi muito pior!
E este ano nem me esqueci das serpentinas...

"Quer trabalhar como massagista?"

Foi este o subject de um e-mail que recebi. É preciso ter lata!
Ora bem, vamos lá ver se nos entendemos pois parece que vos anda a escapar qualquer coisa.
Pois que começam logo mal perguntando-me se quero trabalhar. Ora, é óbvio que não quero. Ninguém quer. Se o trabalho fosse bom não se chamava "trabalho" nem sequer era pago. A coisa piora quando me perguntam se quero trabalhar como massagista.
Se há coisa que julgava ter deixado bem claro é que o que eu realmente queria era ser dondoca. Não quero ser médica, não quero ser estrela de cinema, modelo, astronauta, bombeira, fada nem bailarina, muito menos massagista. Quero ser dondoca. DON-DO-CA.
A menos que tenham propostas destas para me fazer, mas das boas, não vale a pena fazerem-me sugestões de outro tipo, combinado?
Se por acaso não tiverem uma oferta para dondoca, também aceito uma de obscenamente milionária, só para verem que lá no fundo eu não sou assim tão exigente.