quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O quê que, quase a entrar em Novembro, nos faz estar próximos dos brasileiros?

Para além das novelas, isto. Vá, menos a parte Regina Caso. Se quiserem podem substitui-la pela Ana Malha, pela Cristina Ferreira ou até mesmo pelo Passos Coelho. É escolher.
E viva este calor tardio...not!

Ansiedade pré testes

Depois de 4 anos de ensino básico, 2 anos de ensino preparatório, 6 anos de ensino secundário, 5 anos de ensino superior, avaliações de competências e objectivos no trabalho, mais do que habituada a testes, provas globais, exames nacionais, exames finais, frequência, testes de Q.I., de personalidade, de gravidez, até testes à presença de estupefacientes e todos os tipos de testes teóricos e práticos, hoje, aos 33 anos, o teste que me deixa mesmo nervosa é o do lápis.
O frio na barriga, as mãos geladas, uma pessoa ali de pé, costas muito direitas em frente ao espelho, quase sem respirar à espera que ao largar-se o lápis ele se estatele ao comprido no chão.
Prova superada. Parabéns miúda!
Encontramo-nos daqui a uns meses. Agora vê lá, não te estragues entretanto.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Ora comecemos então a semana

Acho que não era bem isto que eu tinha em mente quando, de olhos levantados para o céu em jeitos de oração, pedi ao universo que me desse forças para queimar pneus. Lá está isso de termos de ter cuidado com o que pedimos...
Universo, se me estás a ler, eu referia-me aos da barriga, não aos do carro.

sábado, 25 de outubro de 2014

Isto no meu tempo não era assim

No meu tempo não havia canais de desenhos animados disponíveis 24h/dia. Bom, com a idade do meu filho falar em canais era referirmo-nos à RTP 1 e à RTP 2. A SIC e a TVI foram um upgrade de luxo à rotina televisiva. Quem diria!
Desenhos animados durante a semana eram os que passavam durante a votação do Agora Escolha e a Rua Sésamo ao final da tarde (caramba, agora que penso na mistura explosiva que é juntar a Vera Roquette e o Poupas percebo alguns dos meus traumas). Restart tv era um conceito tão esotérico e distante como cidades flutuantes e carros voadores, e o que eu tinha agradecido à alma caridosa que tivesse engendrado essa invenção nas tardes em que a minha avó se juntava com as amigas para verem um capítulo da novela venezuelana e eu não podia ver a Ana dos cabelos ruivos. Tinha sido gratidão para o resto da vida!
Os Sábados de manhã eram o dia mais esperado da semana. Era o dia em que tínhamos uma manhã INTEIRINHA de emissão infantil. Eram desenhos com fartura pá e uma pessoa acordava horas antes da emissão começar só para não perder pitada. Nem sei bem o que fazíamos no período de tempo em que no ecrã só estava a mira televisiva. Julgo que ficávamos assim entre o modo catatónico e o hipnotizados a olhar para a porra do relógio que aparecia no canto, a contar os segundos (sempre entretinha mais do que contar os minutos) até às 8h.
A partir daí era uma manhã bem passada no sofá a ver tudo o que tínhamos direito.
Aos 33 anos, quase 34, ainda não perdi o vicio de ao Sábado de manhã me enroscar no sofá a ver desenhos e até há bem pouco tempo a coisa corria bem. Não sei se fui eu que numa dessas manhãs adormeci e dormi demais acordando com ele já demasiado crescido se é culpa da abundância e variedade televisiva disponível, mas o que é certo é que hoje, Sábado de manhã, dia em que devíamos estar a ver desenhos animados, a única enroscada no sofá sou eu enquanto ele joga PES e me vai ensinando as diferenças entre as posições dos jogadores e as tácticas de jogo.
Entre a lavagem cerebral do médio ofensivo, avançado, ponta de lança, defesa central, defesa esquerdo e direito, dos 4x4x2, das faltas, dos carrinhos, dos golos e de tudo o que é equipa europeia, estou a pontos de dizer: volta Poupas, estás perdoado!

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Só faltava falhar-me a luz

Há dias em que tudo falha!
Hoje falhou-me muita coisa, o bom senso para perceber que mandar uma criança para a escola mascarada uma semana antes do Halloween não era boa ideia. Vá lá que quando o fui buscar já tinha ultrapassado o vexame, estava feliz e bem disposto e, espantem-se, ainda me fala e gosta de mim. Um generoso.
Falhou-me a hora da primeira reunião do dia pois isto de andar cansada, dormir metade da noite no sofá e acordar a horas de ainda fazer pinturas faciais dignas de estarem expostas no Tate custa. Menos mal que, coisa rara e nunca vista, não apanhei trânsito, não fiquei 10 minutos à procura de um lugar para estacionar nem tive de esvaziar a mala à procura do demoníaco cartão que me deixa entrar na chafarica chegando só 15 minutos atrasada, mas ainda a tempo de pedir um café.
Falhou-me a hora de almoço por ter saído da primeira reunião quase a horas de entrar na segunda (a qual acabou mesmo à hora de sair), contentando-me a encher o bucho com um mísera salada comida de pé no balcão de uma mísera copa. É para a dieta. Não sou eu que estou sempre a dizer que estou gorda? Vai buscar!
Falhou-me a esteticista que não tinha vaga para mim e me vai fazer passar o fim de semana da mesma maneira que passei a semana: de calças bem compridas e com calor. Tranquilo. Assim como assim se ela não me falhasse falhava-lhe eu pois se até comer foi luxo, tirar pêlos era milagre.
Falhou-me a empregada que ontem à noite avisou que hoje não podia vir. Ok, o fim de tarde de sexta feira pode ser passado em modo sopeira até porque com esses pêlos o modo Cinderela não dava.
Falhou-me a paciência para depois de tudo isto cozinhar. O Calvin não quis MacDonalds nem encomendar pizzas. Podia achar que era vingança pelo episódio de hoje não fosse ter-se contentado com salsichas, ovos estrelados e esparguete e não, não quero saber, nem me interessa, se acham que é comida de qualidade duvidosa e tida como menu de senhora da vida.
Visto que estou a escassos momentos de nos enfiar aos dois na banheira para um banho quente (até ligava os jactos para uma massagem não fosse a coluna estar avariada e vir o técnico arranjá-la amanhã de manhã. Pumba, lá falhou a possibilidade de dormir mais um bocado ao Sábado) que vai anteceder uma noite de ronha e filmes no sofá e tendo em conta que a minha casa é toda única e exclusivamente eléctrica, resta-me rezar para que não me falhe a luz e me dê cabo dos fracos planos.
É raro falhar a luz em Lisboa? Sim, é. Também é raro ir ao Facebook ou ler um blogue e haver gente com um dia tão medroso como o meu por isso, venha de lá um Pai Nosso só para prevenir.
Até tirava fotos com filtros bonitos do Instagram para ilustrar esta bosta toda, mas para misérias e figuras triste basta ligarem a televisão na TVI.

Eu, as máscaras, o Calvin, o Halloween e a minha capacidade de traumatizar a minha cria

Não gosto de máscaras. Não gosto do Carnaval e tampouco percebo o porquê de festejarmos o Halloween. Acontece que sou mãe e acontece também que o meu filho frequenta um estabelecimento de ensino e até convive com pessoas que, por acaso, comemoram estes dias.
Assim sendo, e na tentativa de não tornar a minha cria num bicho raro, fui obrigada a compactuar com estes festejos, mas sempre com muito pouco sucesso.
Este ano estava decidida a fazer tudo diferente. Estava determinada a organizar-me, a encarnar o papel de mãe prendada no que a máscaras diz respeito, de tal forma que ao receber o mail do colégio no início da semana a anunciar a festa de Halloween, comecei logo os preparativos.
Confesso que achei estranho a festa ser hoje, uma semana antes do dia, mas pronto, podia ser a dinâmica do colégio e quem sou eu, criatura que não festeja nada disso, para questionar o dia em que resolvem mascarar os putos.
Vai daí que de manhã preparo o mais belo, o mais elaborado e o mais fantástico espécime de Harry Potter. Ele era o uniforme, a capa, o cachecol dos Gryffindor, a varinha oficial da personagem culminando tudo com uma pintura facial, a roçar a obra de arte, de uns óculos e da famosa cicatriz.
Orgulhosa. Era isso que eu estava ao olhar para o produto da minha organização e empenho nisto das mães, colégios e festas de máscaras e seria assim que me sentiria o dia inteiro se, ao chegar à porta de Hogwarts, perdão, do colégio, não me dissessem que a festa era só para a semana. Epic fail!
Ele quase chorava e eu só conseguia rir com a minha estupidez.
Valeu-me o facto da roupa do Harry ser parecida com a do colégio (as calças até eram as do uniforme) e de, depois dos adereços tirados e da cara lavada, ele estar decente para ir para a sala.
A sério gente, digam-me que ele não vai ficar traumatizado com isto, que percebe que quem fez figura de parva fui eu e que na verdade isto é um episódio que nos vai fazer rir MUITOOOO daqui a uns tempos. Caso não achem isso, agradeço a quem me der contactos de bons, muitooooo bons psicólogos infantis.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

A D. Dolores que às vezes há em mim

Quem acha que uma bateria, um órgão ou uma guitarra eléctrica oferecido a uma criança é um presente envenenado para os pais, é porque não tem balizas para dar uso depois de um dia de trabalho.
A Messi não chego e Cristiano Ronaldo é o Calvin. Resta-me treinar para ser a D. Dolores ao fim da tarde.
Mãe chora!

Enquanto o sol brilha lá fora...

...e há gente que nasceu com o rabo de tal forma virado para a lua que hoje pode ir pô-lo ao sol, eu estou aqui enfiada na chafarica a pensar, a pensar, a ver se consigo dar resposta a uma pergunta que insiste em não me sair da cabeça.
Será que ter 3 monitores na minha secretária, sendo um de um portátil e os outros 2 com mais 50 cm, dá para bronzear pelo menos a cara?
Pelo sim pelo não vou dar "um toque" nas definições aqui dos bichos. Mesmo que não me tirem esta cor de lula, de certeza que me aquecem e me metem a suar. Bem sei que suar não dá boas cores, mas funciona assim a jeitos de sauna o que também já não é mau.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

O quê que eu respondia à malta caso fosse a Renée Zellweger?

(Já agora, onde é que andam todas aquelas defensoras ferozes de que uma mulher é muito mais do que um corpo, neste caso cara, que já chega de esteriótipos e críticas ao gorda/magra/feia/bonita? )

Persistência é o que não me falta...e fome

Só isso explica não ter trazido uma colher para comer a gelatina e em vez de desistir, o que só me fazia bem, estar a fazê-lo com um daqueles "palitos" para mexer o café.
Eu sei que é preciso paciência de chinês para o fazer, que é preciso destreza nos dedos para equilibrar a mini porção de gelatina até à boca e que acima de tudo pareço ridícula a comer desta maneira, mas vejamos o lado positiva. Além de entretida por um bom bocado, o esforço é capaz de contar como exercício.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Continuo a agradecer a quem tiver a bondade ou a possibilidade de me auxiliar

Telha! Gigante!
É assim que me sinto hoje, com uma telha descomunal. A neura apoderou-se de mim e os "maus fígados" atacaram em força, de tal forma que hoje poderia muito bem ser a personificação da bílis.
E tal como de todas as outras vezes em que me sinto com a telha, a única coisa que me apetece é escavacar o cabelo. Cortar está fora de questão. Já sei por experiência própria que tesoura, telha e cabelo não podem nem devem ser misturados no mesmo dia. Deixando a tesoura fora da equação e não considerando as tintas uma possibilidade, resta-me a tal escova progressiva que promete livrar de caniche com que estou.
Não fosse a sensação de que me vou arrepender para os próximos 6 meses e passar de caniche a "lambida por uma vaca", a esta hora já estava sentada no cabeleireiro.
Alguém que me deite a mão ou hoje ainda faço asneira da grossa!

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

What my friends think I do

P: Onde estás agora? Sidney? Maldivas?
Eu: Perto...estou na cozinha do bairro a acabar de preparar o jantar da criança. É quase a mesma coisa, não é?

Os meus amigos têm-me num nível tão alto que me vejo grega para corresponder às suas expectativas.

Vá lá, deixem-me ser dondoca!

Gostava que em pouco mais de 24 horas não tivessem de caber 2 voos, 2 viagens de carro de 1h30 cada sempre debaixo de chuva, uma reunião, um atraso no voo de regresso o qual nem sei bem a quem atirar as culpas, um encontro absolutamente dispensável em Heathrow, uma excursão de brasileiros que fizeram parecer o voo de ida um misto de viagem de finalistas do 12° ano e uma ida à quinta ver porcos (sim, havia um que roncava e nem sequer estava a dormir) acabando o dia a ir buscar uma criança para lá de ensonada a casa da avó para, depois de preparar tudo para o dia seguinte, demasiado tarde e a más horas, poder enroscar-me nela e tentar descansar.
Valeu-me ter conseguido encaixar no meio disso tudo e nas pouco mais de 24 horas um monte de gargalhadas, conversas, uma festa de Halloween a roçar o bizarro no louge do hotel (o qual na entrada, por entre veludos vermelhos e um intenso cheiro a perfume, tinha 3 bolas de espelhos e um LCD a fazer de lareira), um jantar no Jamie Oliver, um almoço num pub surreal, mas melhor que o que teríamos no Pavlov, uma visita às lojas do centro e a 2 centros comerciais onde até consegui enfeirar mais do que contava. E sim, ainda arranjei tempo para dormir, tomar banho e lembrar-me de como estava diferente a minha vida na última vez que estive em terras de Sua Majestade. Tão diferente que em Março, Londres deu-me vontade de voltar e agora Reading nem me pareceu um mau sítio para ficar.
Bottom line, miúda, acho que podemos continuar a viajar juntas que a coisa resulta e pensa que em business os lugares são só de 2 por isso não vai haver nenhum velho a trocar de lugar para fugir de nós :)

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Mergulhos

E como se isso não bastasse, ainda o faço à maluca, de cabeça e a gritar "Jeronimo".
A qualquer pessoa chegava o chapão e o afocinhar no fundo para saírem a correr da água para nunca mais voltar. Já eu, mesmo estando toda partida, a engolir água pela boca e pelo nariz enquanto vou batendo vezes sem conta com a cabeça no fundo, insisto em não sair de lá e em continuar a esbracejar...

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Vá lá, a sério, isto é uma conspiração do cosmos, não é?

Imaginem que às vezes, muito de vez em quando, têm um ataque, um daqueles cocktails explosivos em que se mistura uma bomba hormonal e um cromossoma X inflamado e que a única coisa que vos passa pela cabeça é comprar. Imaginem então alguém a evitar a todos o custo qualquer tipo de loja, montra, feira e até lojas do chinês. É grave!
Agora imaginem que vos mandam viajar. Que sorte, pensam vocês. Pois, eu também pensaria o mesmo não fosse o destino ser um dos 10 retail centers do U.K...
Aguenta coração!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Ora porra!

O resto não sabe como fazê-lo, mas está sempre a tentar e esses, minha gente, esses são os piores.
Há gente que nasceu para f... lixar o juízo e o mais que puder aos outros. No meio dessa gente há os que o sabem fazer, que o fazem com jeito, classe, requinte, em que nós, f... lixados, quase gostamos ou pelo menos tiramos o chapéu e há os trapalhões, os mal jeitosos, os ressabiados que, na ânsia de f...lixar alguém, só se f...lixam a eles próprios.
Se há coisa que me enerva, que me irrita, que me transcende é gente incompetente, mesmo que seja na arte de f...lixar.
Se é para fazer, ao menos que façam bem agora os empatas não têm préstimo algum, só chateiam.
É caso para dizer que nem para f...lixar servem.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Não querendo parecer pedinchona, mas já sendo...

Aqui está uma sugestão para aqueles que quiserem presentear-me pelo facto de passar pela idade de Cristo sem ter acabado na cruz (apesar de algumas descidas ao Inferno e algumas confianças com o capeta).

Notas:
A responsável pela oferenda de 34 balões cheios de hélio pode ignorar a sugestão.
Os restantes candidatos podem encontrar esta lembrança na Kare Design, no Lx Factory.

Não têm de quê.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

PQP, que é como quem diz: put@ de sorte a minha

Agora que tenho os dias de férias esmifrados, comidos, contadinhos e guardados para conseguir manter a pouca sanidade mental que me resta até ao fim do ano é que vem o Verão?
Agora que as aulas começaram, que o subsídio de férias já acabou e que já estávamos formatados paras as noites frescas e chuvosas, para as folhas amarelas e laranja a caírem das árvores, para o cheiro a castanhas na rua é que estão 30° C? Quando a cor que ganhei nas tardes, sim tardes que as manhãs estavam demasiado frescas para praiar, desapareceu é que vou voltar para a praia a parecer uma lula?
Pior, mesmo que as respostas às perguntas anteriores fossem todas sim, por muito despropositado que parecesse, diz que tem de ser um não!
É que como se já não bastasse toda a frustração que a actual conjuntura climática me provoca, as temperaturas nem sequer se dão ao luxo de se manterem assim no fim de semana!
Se isto não é um plano macabro para me levar à loucura, então eu não percebo nada disso das conspirações!

Realmente nunca se começa por aquilo que é mesmo importante

Ao que parece, os cursos básicos e fundamentais aqui na chafarica vão começar a ser dados in house que isto da malta pensar que vai andar a viajar à conta foi chão que deu uvas.
Ora, se é para começar pelo básico, pelo fundamental, pelos alicerces, eu achava por bem o primeiro ser de boas maneiras. Se é para ser, que seja bem feito, mas vai-se a ver e o que estou a preparar é sobre cálculo de volumes.
Enfim, mais um gigante gap na formação desta gente. Eu tentei...

Há quem diga que a vida é injusta

Até pode ser, mas a morte também.
Há quem a morte leve cedo demais, mesmo nunca sendo tarde para ir.
É aqui que se redefine o conceito de perda, de abandono, de choque, de planos roubados, de sonhos por concretizar, de revolta, de saudade, de vazio, não por opção de alguém, mas por imposição sabe-se lá de quê.
Não deviam haver vidas assim interrompidas, filhos que ficam sem o pai, mães que ficam sem os filhos, amores que ficam sem a outra metade, amigos que ficam sem amigos...
Resta encontrar um cantinho onde caiba a saudade, que nunca cabe, transborda, e arranjar forças para continuar a andar ainda que no início nos pareça sem rumo.
Que merda de vida? Eu prefiro dizer: que merda essa morte!