segunda-feira, 22 de Setembro de 2014

Agora sim percebo isso das mulheres serem uns bichos raros

Só nós mulheres percebemos bem o conceito de tranfiguração animal que faz com que, após uma noite de festa em que estávamos umas verdadeiras gatas, acordemos no dia seguinte a parecer um urso panda... mesmo depois de termos usado e abusado do sabonete facial e do desmaquilhante de olhos.

sábado, 13 de Setembro de 2014

4h da tarde, 4h da manhã...

..."às quatro horas então...estarei inquite e agitada."...


E quanto tempo é que será preciso para se deixar de preparar o coração?

quinta-feira, 11 de Setembro de 2014

E quase 2 anos depois de ter vindo para esta casa está na altura de mudar

Nunca fiquei 2 anos na mesma casa tirando a casa da minha mãe. A 2 meses de completar 2 anos aqui, chegou a hora da mudança.
Desta vez a trupe de estivadores, ajudantes e afins pode respirar fundo e relaxar as costas - não vou mudar de casa.
Confesso que estou espantada, diria até boquiaberta com o facto de não estar já a empacotar, mas não, não há caixotes à vista. É desta que bato o recorde.
Houve momentos em que mudar de casa me passou pela cabeça, mas quis a vida que não fosse preciso e a verdade é que gosto mesmo deste meu canto.
Assim sendo, e porque as mudanças não têm de implicar nova casa, vou-me ficar apenas pela casa re(nova)da.
Normalmente abandono o ninho para procurar outro sempre que acho que a necessidade de mudança chama por mim. Desta vez é estranho que só me apeteça nidificar.
Continuemos então com a bricolage e deixemos os caixotes de lado.

quinta-feira, 4 de Setembro de 2014

E se em vez de cor de rosa metessem um arco-íris?

Assim a título de uma cor por cada criança a quem, infelizmente, o cancro faz sofrer ou leva cedo demais?
Tenho pena, muita. Acho injusto, cruel e desumano alguém ter de travar uma luta destas. Se perder a guerra então pior. São estas coisas que me fazem questionar se haverá realmente um Deus. Sou mãe e não consigo sequer imaginar a dor e sofrimento que deve ser ver um filho a lutar pela vida que assumimos ser sua por direito e é aí que algo em nós faz com que rezemos para que nunca lhe bata à porta tal doença e rezamos ainda mais para que essa nossa prece seja ouvida.
No entanto, e correndo o risco de parecer uma cabra insensível, não posso deixar de ficar triste que estes sentimentos de pena e solidariedade se manifestem apenas numa rede social ou com uma criança específica.
O câncro da Leonor foi mau, injusto, mas não foi pior do que o de todas as outras crianças que lutaram e ainda lutam contra ele e nem o sofrimento da família da Leonor é maior do que o de todos os outros pais que têm filhos a travar a mesma luta ou a quem os filhos também foram levados cedo demais.
O IPO está cheio de Leonores que também não mereciam estar ali e cheio de pais que também choram todos os dias sem saber como será o amanhã.
É bonito ser solidário, compreender e partilhar a dor dos outros, mas tal como banhos de água gelada não resolvem problemas nem curam doenças, fotos cor de rosa também não.
As Leonores que ainda existem precisam mais do que fotos cor de rosa e os pais dessas Leonores também, e não são só donativos. O IPO precisa, aceita e agradece voluntários que ajudem a tornar os dias de luta de todas as Leonores um bocado menos tristes e aí sim, com mais cor.
Aqui fica apenas um dos muitos sítios possíveis para quem quiser ajudar, mas há muitos mais http://www . acreditar . or get
Quem precisa de um mundo mais cor de rosa são as Leonores desta vida e não o Facebook. Esse vai continuar a ser azul...

sexta-feira, 22 de Agosto de 2014

Tal mãe, tal filho

Eu sei que há muitas praias no mundo, muitas que ainda não vi, mas pelo menos por cá já tenho a minha há muito tempo. Este ano decidi ir com ele estrada fora e mostrar-lhe várias, das minhas, das que me fazem feliz e das que não gosto tanto para ele poder escolher a dele.
Que sorte afinal gostarmos do mesmo.
Que venham mais uns dias não no meu paraíso, mas no nosso.