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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Isto assim não está a correr lá muito bem

Ainda hoje é quarta-feira e desde ontem que tenho a sensação que já é sexta. Juro que não sei mesmo como me cansei tanto, mas estou mesmo que nem posso.
Já se sabe que a este sentimento de cansaço se associa sempre um outro, pois que uma desgraça nunca vem só, a fome. Sim, fome. Não é apetite, não é vontade de comer, é mesmo fome e daquelas que não acaba coma eu o que comer. A lasanha do almoço, num espaço de 2 horas, esfumou-se e já aviei uma fatia de salame e um croissant misto. Se estamos assim às 15h30, não quero imaginar o que será quando for hora de ir dormir.
Como se o cansaço e a fome não fossem já males suficientes, daqueles que me deviam deixar sossegadinha, escondida num canto à espera que passem, ainda me dá para acreditar convicta e piamente que vou mudar a minha vida com um secador de cabelo novo. Minha gente, tudo aquilo que uma pessoa quer num secador de cabelo e não sabia ser possível existir, existe e isso, parecendo que não, pode tornar-se num problema. Então, mas esse secador não era tudo o que tu querias, não era um objecto capaz de transformar a tua vida, a tua mente e, sobretudo, a esfregona que carregas todos os dias em cima dos ombros? - dizem vocês. É sim senhor. Este secador é tudo isso e muito mais, mas acontece que aquele a quem chamo macho alfa também o conhece (o que de si já é um feito notável para um homem) e pior, sabe o preço dele. Como pessoas, como é que se aparece em casa com aquele portento de secador e se diz que foi uma pechincha, sem daí desencadear um desaguizado conjugal?
Se tiverem ideias, mas das boas, não me venham cá com coisas tipo "cola um autocolante a dizer Taurus ou Rowenta" que ele nem nota a diferença", digam. Lembrem-se que o  objectivo é mudar a minha vida e não acabar com ela, ok?
Em última instância, olha, vou ali, compro o bicho, levo-o para casa e, quando ele der por ele, digo que não sei de nada, que não sei como é que ele ali foi para, que, que...não me lembro. Alego insanidade mental, o que não será assim tão difícil de provar, ou uma amnésia temporária.



segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Já que o arrependimento não mata...

...o que eu merecia era [no minímo] fazer meia hora de abdominais, meia hora a saltar à corda, mais meia hora de eliptíca e quando já me sentisse cansada, toma lá mais meia hora na passadeira assim a modos que a passo de corrida. Isto tudo para me redimir fracamente por ter alambazado [note-se que fui obrigada por uma criança de 3 anos, grande, musculada e com um poder de persuasão fora de série] um Big Mac. Pelos vistos cá por casa a justiça também não funciona pelo que, dado o calor esquisito que se faz sentir, vou-me enfiar na cama a ler um livro. Gorda e anafada, mas culta e letrada! Não se pode ter tudo.

Nota: Amanhã, quando olhar para as minhas ancas aposto que não vou ser tão meiga com o Sr. MacDonalds nem sentir-me tão grata pela refeição que ele me proporcionou.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Quando a cabeça não tem juízo, o corpo é que paga!

E como paga! É por isso que tenho tentado ter juizinho, mas há que admitir - não está nada fácil!
Vai uma pessoa almoçar a uma esplanada catita, daqueles cantinhos verdes e sossegados tão raros de encontrar no meio da cidade de Lisboa diga-se que valia pelo sítio porque a comida...nossa! contentando-se com e tão somente uma sopa e uma salada de queijo fresco para chegar ao escritório e PUMBA! Pois não há uma alma caridosa que hoje se lembrou de fazer anos e vai daí, trazer um bolinho? Haja força de vontade paciência. A coisa podia ter corrido pior o facto de não gostar muito do dito bolo também ajudou e o que é certo é que resisti a finfar-lhe uma valente dentada, mas e nisto das dietas há sempre um mas quem é que me tira da cabeça o salame de chocolate, a baba de camelo, a mousse de maracujá, o bolo de bolacha, um brigadeiro, um arroz doce, uma torta de Azeitão, uma pastel de Belém docinho que me está a apetecer tanto? Hummm, quem?