quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Palavra sabedoria não te diz nada, pois não Anita?

Pois claro que não diz. Se dissesse, ao fim de 36 experiências de Natais que já levo na vida, depois trezenta e cinquenta e nove mil promessas de que ia ser diferente no ano seguinte, depois de olheiras causadas por madrugadas a fazer embrulhos e decorações várias e algumas bolhas nos pés fruto de calcorrear km's em busca do presente ideal, já devia ter aprendido qualquer coisa.
Este ano, a 3 dias do Natal, com 4 horas de sono em cima, ainda com 2 presents para comprar (sendo que os restantes foram comprados...errrr...ontem!) e com mais um dia de trabalho amanhã que este ano as férias despareceram sem deixar rasto ali no início de Stembro, resolvo apimentar a coisa dando um jantar em casa para 12 pessoas.
Se isto não é uma boa gestão do tempo, então não percebo nada disso das agendas e de organização

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Oh Anita, então este ano não há aquilo do Cake Challenge lá pelas bandas onde trabalhas?

Pois claro que lá. Lá eramos nós capazes de deixar passar tão nobre e calórico dia. #atéjaneirosoumoçaparaengordar5kg #queoanonovotragacháverdeempromoçãoeleveoskgamais

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

É sempre bom esclarecer estas coisas, pois há sempre quem ainda não saiba

Minha gente,
Pela altura de Natal, as botas são aquelas de lã que se penduram na lareira e nas quais esperamos que alguém lá deixe uma prenda, boa?
NÃO SÃO PARA LAMBER! Para isso já têm todos os outros dias do ano.

Não têm de quê.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Dos ditados populares que ainda não interiorizei, mas devia

"O segredo é a alma do negócio"



Se por arrasto conseguir interiorizar o "Quando a esmola é grande, o pobre desconfia", era moça para jogar no euromilhões de seguida pois teria entrado, certamente, no domínio do milagre.

Gluten free

Se isto é gluten free, será que posso assumir que já estou no patamar da alimentação e dieta saudáveis?

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Gostássemos, nós mulheres, de ler manuais de instruções...

...e hoje o jantar seria, tal como planeado,  almôndegas e não bolonhesa.

NOTA: Por manual de instruções entenda-se também livros de receitas daqueles robots de cozinha que prometem facilitar a vida às pessoas e tirá-las da cozinha. #sóquenão

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Inspira...expira...não pira

Havia uma russa nesta casa que, às vezes à pressa e aos encontrões, com um consumo nunca antes visto de esfregonas e baldes tal não era a sofreguidão com que limpava, dava conta desta casa. Já vinha ensinada por outros, já conhecia os cantos à casa e, apesar de 2 anos não ser muito tempo, era o suficiente para saber como eu queria as coisas, ainda que às vezes não fizesse muito caso disso. Ainda assim, entre nós as rotinas já estavam instaladas e já pouco havia a emendar. A coisa ia assim a modo que em piloto automático e, como por magia, as coisas apareciam feitas.
Diz que essa russa achou que estava na altura de deixar descendência, de contribuir com mais um ser para este mundo e como tal, ter 2 ou 3 dias livres por semana é que era mesmo bom. Não lhe posso chamar burra. Na verdade também gostava de dar ao mundo um contributo semelhante e trabalhar 2 ou 3 dias por semana. Já se sabe que isto de ter crianças é uma grande canseira e não há nada como poder ter uma semana mais desafoga. Pois, no poder é que está a questão e aqui esta portuguesa que vos escreve, ao contrário da russa que aqui havia, não se pode dar a esses luxos e dias livres continuam a ser só os fins de semana. Enfim, como ia dizendo, essa russa que aqui havia, dado o chamamento da maternidade, deixou de haver e nesta história quem se lixa não é o mexilhão, mas a portuguesa que aqui ficou.
Ora que a russa que aqui havia, mas que deixou de haver, não se foi embora assim à papo seco e teve dó da portuguesa que trabalha não 2, nem 3, mas sim 5 dias por semana, e arranjou-lhe uma substituta da sua confiança.
Então aqui a portuguesa, que só por acaso é pouco dada a chefias e rejubila quando as coisas já não requerem grandes ensinamentos, tem uma nova russa em quem deposita as suas esperanças para que esta casa não entre em descomando. Ao contrário da outra, esta russa, doravante denominada como Sôdona Seminova, não vem treinada por outrem, não tem experiência nas lides nem é tão rápida como a russa que aqui havia, mas pronto, diz que é muito séria e que aprende rápido. A portuguesa que aqui anda meio aperreada com estas mudanças até é uma pessoa que gosta de ver as coisas pelo lado positivo e viu nisto uma janela de oportunidade - uma pessoa assim fresquinha, sem vícios e cheia de vontade é capaz de nem ser mau de todo. Assim aprende tudo da maneira como a portuguesa quer e não tarda nada esta casa, portuguesa com certeza, será novamente um lar onde tudo corre de feição.
Quanto ao pormenor de eu não estar em casa com ela para a ensinar e de ela não falar ponta de português...bom, não se pode ter tudo e diz que a moça é muito séria (já vos tinha dito isso?) por isso, algo me diz que o google translator vai ser o meu melhor amigo nos próximos tempos e que pena que eu tenho de ter dado os jogos do Calvin onde, com cartões, se aprendiam as palavras, as cores, os objectos e os números. Algo que diz que agora me dariam imenso jeito.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

E uma pessoa andava, literalmente, tão contente...

...com as sua novas botas. Uma pessoa acha mesmo que vale a pena investir em calçado de qualidade, daquele em bom, 100% pele, bons acabamentos, zero plástico. Uma pessoa não vai às Seaside desta vida porque as coisas não prestam e aguentam-se uma estação, mal e porcamente para afinal, o calçado bom em que investe não ser assim tão bom e também não se aguentar nem sequer uma estação, mas morrer à segunda utilização. Ah, mas se calhar resolveste ir a Fátima a pé montada nesse botim - dizem vocês. Pois, diria que os dias em que as usei foram semelhantes a uma penitência, mas apenas palmilhei meia dúzia de metros desde o carro até ao escritório.
Pronto, deixa lá que podes sempre trocá-las - sugerem vocês muito espertinhos. A ver vamos - digo eu com uma réstia de esperança - é que o prazo para trocas e devoluções já terminou pelo que me resta contar com a decência da loja. Ou isso ou vou ali ao calçado Guimarães porque bosta por bosta, sempre pago 1/4 do preço.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Parece que não, mas vai dar tudo (quase) ao mesmo

Imaginem que andam 3 anos a sonhar com um SUV. Ai, um SUV é que era e que jeito me dava agora ter um 4x4 para andar por aí. Isso é que ia ser subir passeios e fazer off-roads. Podia ir a todo o lado, sempre em frente, sem medos de terra batida, buracos, rios e riachos, ravinas e falésias. Tivesse eu um que iam vê-lo, sempre com as rodas na terra e todo coberto de pó, de tal maneira que nem lhe viam a cor nem eu voltava a pagar uma portagem, que isso das auto-estradas é para os meninos.
Ao fim desse tempo, 3 longos anos, acabam por comprar o tal SUV, o tal monstro das estradas, asfaltadas ou não, e...claro que não vão fazer nada do que tinham dito pois afinal ele é tão lindinho que não o querem estragar. Então iam lá meter esse pináculo da mecânica automóvel num caminho de cabras? E se um calhau lhe bate por baixo e lhe parte qualquer coisa? E se ao passar num desses buracos perdidos no meio do mato lhe rebentam um pneu? E se num desses trilhos estreitos, ali entre os galhos e as silvas, lhe riscam a pintura? Sim, essa mesma pintura que é lavada todos os Domingos pela fresca para ela não estalar? Pois, é melhor andar sossegadinho na estrada, com jeito e com bons modos, a ver se ele se mantém brilhante que, isto toda a gente sabe, os SUV não são jipes e jamais foram feitos para fazer TT. Era o que mais faltava, um carro tão bom, tão lindo e tão confortável, co um 4x4 que dá uma jeiteira dos diabos para levar os putos à escola e as bicicletas ao parque, metido em caminhos de ninguém todos esburacados, para acabar todo cagado de pó. É que nem pensar!
Com os (meus) dentes passa-se o mesmo. Três anos a sonhar com o dia que ia tirar o aparelho. Três anos a palmilhar para o dentista para ver se eles se estavam a portar bem e a entrar nos eixos. Três anos a sonhar com um repasto de entrecosto comido à mão, ao estilo comensal medieval que agarra num naco e estraçalha aquilo até aos ossos, mal me livrasse do kit metálico que me acorrentava a dieta.
Três anos volvidos e depois de tirado o aparelho...limitei o meu almoço a um pacote de bolachas de água e sal e um iogurte, comidos com muito jeitinho. E o entrecosto? Era o que faltava! Então ia lá agora fincar os dentes, tão direitos e branquinhos, num naco de porco com osso? E se os entorto outra vez?
Algo me diz que as próximas semanas ando a sopas e pures...

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Wake me up when September ends

Tanto pedi para ele chegar, tanto supliquei por férias que a vida fez-me a vontade e ele veio. Esqueci-me foi de pedir que ele passasse devagar, muito devagarinho e foi aí que a coisa azedou. O bom tempo, as férias e o descanso, pumba, foi um ar que se lhe deu e enquanto o diabo engfregou um olho, aterrei à bruta com os costados no escritório e no regresso às aulas às 8h30!
Abençoadas aquelas para quem o regresso às aulas são mochilas matchy-matchy e promoções do Continente ou da Staples. Para mim o regresso às aulas é assim mais ao estilo de tortura chinesa baseada em privação de sono, corridas desenfreadas para não assinar (mais um) papel dos atrasos e uma luta entre lancheiras e sacos da ginástica. Aliás, o regresso às aulas apela tanto ao meu lado maternal que, enquanto todas as mães desejam dar aos seus filhos todos esses kits fabulosos para não terem crianças traumatizadas por usarem a mochila do ano anterior, eu desejo dar ao meu um passe social para não ter de estar à porta do colégio a suar quando ainda me parece de madrugada.
Com Setembro chega também a altura em que preciso e tento organizar-me. Tento, e aqui é que está o busílis da questão. O Pedro Chaga(s) Freitas diz que tentar é a véspera de conseguir. Não querendo fazer minhas as palavras dele, até porque problemas e dissabores já tenho que cheguem - ou esqueceram-se que o sucesso escolar do meu filho depende do madrugar da mãe? - espero que o fulano tenha razão. É que no meio de tantas tentativas em vão para organizar os roupeiros desta casa, estou a pontos de rebentar com a casa de banho do quarto e fazer lá um closet. E sim, closet. Não quero um roupeiro, nem um armário. Quero um closet, um walk in closet, para ser mais exacta. Não é pedir assim tanto à vida, que diabo. Até parece que é alguma extravagância uma mulher ter onde arrumar uns trapinhos em condições.
Como se a falta de espaço nos roupeiros não fosse aperto que me chegasse, ainda tinha de me sentir apertada no carro. Maldita a hora em que troquei uma carrinha por um carrinho. Havia de ter mordido a língua quando disse "é este" ao senhor do stand. Enfim, o importante é termos noção que fizemos asneira e só por ser uma dessas pessoas, das que dão a mão à palmatória, estou também em processo de organização do espaço auto. Ah, e casa, também andavas a ver, não era? Era pois! Mas vamos lá com calma e uma coisa de casa vez pois no meio de tanta organização isto está um caos!
Aguenta coração. Aguenta e não chora que agora que acabei os roupeiros, nem tempo tive de chegar às gavetas, tenho de ir fazer a mala. É que o Verão já se foi, o sol e o calor estão-se a ir e diz que o Outono também é bonito lá pelo Alentejo.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Alguém me diga, por favor...

...não a título informativo, mas assim mais ao estilo de festa na cabeça, de promessa, mas daquelas que se fazem  mesmo a sério, para cumprir, com mindinhos entrelaçados e tudo, que Setembro não tarda aí. Digam-me que o mês que me falta até ir de férias vai passer num "zás-tráz" e que quando eu menos esperar vou estar estendida ao sol, a fazer sestas à sombra do chapéu. Assegurem-me que me esperam jantares e noites quentes, mãos dadas e abraços, areia no cabelo e tudo aquilo a que eu tenho direito. Convençam-me que nestes intermináveis dias de trabalho que tenho pela frente, vou conseguir acordar com o despertador sem ter de começar o dia em correrias desenfreadas para tentar não chegar ao escritório à hora de almoço e com papos nos olhos.
De caminho, e para aproveitar a leva, digam-me também que é feio, muito feio mesmo, ter inveja de todas as pessoas que se encontram já de férias e a banhos, constantemente a  esfregar isso na cara dos outos em todas as rede sociais possíveis e imaginaries e que, rogar-lhes pragas não é mais bonito.

Muito agradecida pela vossa colaboração!

quinta-feira, 21 de julho de 2016

As personagens mudam, mas o medo, esse mantém-se!

Quando era criança tinha medo de monstros, fantasmas ou qualquer outra criatura que pudesse ventualmente existir e eu, na minha qualidade de humana, não conseguisse ver à vista desarmada. E eles podiam estar em todo o lado - debaixo da cama, dentro do armário, atrás de uma porta, ou pura e simplesmente ali a espreitar-nos por cima do ombro. Agora aos 35 anos, tendo eu deixado de acreditar em monstrous e fantasmas à custa de muitas noite com luzes acessas, voltei a ter a mesma sensação e acho até que o pânico é maior.
Obrigada Nintendo!


p.s- Quem sabe a quantidade de pokemons que existem aqui no escritório...

Assim num momento de reflexão,

,sentada em frente ao computador, contemplando o infinito pela janela da chafarica,, inspiro profundamente o ar que sai do ar condicionado mesmo colado às minhas costas e desejo muito, desejo com todas as forças que sustentam o meu ser que...as unhas que acabei de arranjar na hora de almoço sequem depressa para poder ir ao wc sem esmocar nenhuma!

sábado, 16 de julho de 2016

Percebes que estás velha...

...quando ao fim de uns tempos sem sair à noite, numa borga que devia ser à moda antiga, só conheces as músicas que parecem ter saído do Super Mix 5, e nem dessas gostas!
#akizombaremixnaoeparamim

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Isto tem vindo sempre a descer...

Como de já não bastassem as mais de 40 picadas de mosquitos em cada perna, daquelas que te deixam a parecer um cão pulguento e raivoso de tanto te coçares e que te fazem ver as pomadas, o gelo e os anti-histamínicos como o teu novo grupo de melhores amigos, ainda vou para o aeroporto de carroça!
Há viagens que quando chegam ao fim até parecem mentira. São poucas, mas há. Esta é, sem dúvida, uma delas.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

quarta-feira, 22 de junho de 2016

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Macho-Alfa fora...

...dia santo na loja, lá diz o ditado. Comigo é que a coisa nunca é bem assim e a sabedoria popular aplica-se a todos menos à minha pessoa.
Ele podiam ser cabeleireiros, cafés com amigas e spa's. Ele podiam ser serões no sofá com uma manta a cobrir-me os pés frios e um livro na mão. Ele podiam ser cinemas, teatros, máscaras faciais e de cabelo, filmes e séries, mas para isso eu seria uma dondoca afortunada e não a Anita. Eu é mais idas à oficinas para reparar as mossas e mazelas que a minha viatura insiste em ter e por isso voltar aos anos dourados da minha ainda adolescência em que conduzia um Twingo roxo  (sim, leram bem, ROXO), é desmantelar móveis da despensa que, ao que parece e cheira, não sobreviveram à inundação e se mantiveram em putrefacção, a impestar a casa com cheiro a mofo e eu, burra, de nariz no ar em busca do cheiro maldito enquanto os desgraçados estavam para ali, impávidos e serenos, sem dar ares de estarem podres por dentro. Eu é mais resolver as avarias e achaques nervosos da máquina de lavar roupa que avariou pela terceira vez fazendo as delícias daquela que me limpa a casa e se tem escapado à roupa para passar (ah, mas eu vingo-me, que ela acumula, mas não desaparece) e que faz com que eu já trate por tu o rapaz dos arranjos e avarias (cá beijinho, Bruno. És o maior!). Eu é mais ganhar coragem para trocar as roupas de Verão pelas de Inverno  (se bem que pelo tempo que tem feito, não sei se me vou arrepender. Veremos...). Eu é mais...tudo o que eu não queria fazer, mais o que o Murphy decide arranjar-me para me moer o juízo.
Assim também eu queria ser agricultora, camponesa, até mesmo campónia, mas parece que é mais sopeira.
E tu não trabalhas, Anita? - perguntam vocês. Pois claro que trabalho, ou acham que não mereço umas 7 horitas de descanso diário? Querem lá ver que os 4 dias que passei no sudoeste, a banho de sol, mar e comezainas, chegavam para compensar isto tudo. Nã, nã, nã.
Agora vou só ali tirar o assado do forno porque, além de tudo, ainda tenho uma cria para alimentar.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Anita, que pensamento tão profundo, pá!

Todos lutam por um lugar ao sol. Já eu, hoje, no parque de estacionamento, lutei para arranjar um à sombra!
Cada um com as suas lutas...

Aposto...

...que se eu tivesse, efectivamente, tirado as férias que tinha marcado para esta semana, haviam de estar a chover picaretas. Como estou fechada no escritório é isto.
Oh como sofro!!!

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Mixórdia de temáticas

Chegou o calor. Dele não me queixo, aliás é como os sapatos: nunca é demais. Só me queixo do pólen que a ele veio agarrado e que me faz andar aos espirros e coçadelas. Que fique o sol que o resto eu cá aguento.
Rendi-me à Tangle Teezer. Depois da minha velha escova de cabelo, aquela a quem já faltavam umas cerdas e um bocado do cabo, ter sido confiscada à porta do estádio por motivos de segurança. A sério, segurança?! Continuam a haver atentados, continuam a cair aviões, continuam a assaltar casas e a roubar carteiras, continuam a entrar foguetes e material pirotécnico nos jogos de futebol e a minha escova é que fica à porta. Está certo!
Como se não me bastasse ter andado com o cabelo num desleixo total,  a minha barriga não foi de modas e seguiu-lhe o exemplo. Não tivesse eu passado por um teste negativo seguido de uma TPM que me está a arruinar o que sobrava da minha paciência, estaria agora a transformar este muro de lamentações num blogue movido a hormonas e a conversas de fraldas, bebés e kits matchy-matchy.
Enfim, as flores estão bonitas, o sol brilha e a praia já chama e tudo se há-de compor.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Então e resultados?

Boca fechada, quer dizer, entreaberta, pronto, menos escancarada, vá (ou quase, que uma pessoa também tem os seus limites), exercício, água, muita água, radiofrequência, infravermelhos, drenagens e...resultados? Ah...só vos digo que desde as 13h30 até agora já lá vão 4 idas ao wc.
Logo até já posso cortar um bocado nos exercícios porque este "senta e levanta" já conta como abdominais, não conta?
Bom, diria eu que é tudo óptimo, que está a valer imeeeenso a pena, que não é um sacrifício e que é um óptimo investimento, mas comecei hoje por isso deve ser efeito placebo. E pronto, fiquemo-nos por aqui porque já estou a teclar com bastante dificultade, quase não me aguento e daqui, de onde vos deixo, é uma corrida directa para a casa de banho!

terça-feira, 12 de abril de 2016

Assim de repente e por breves momentos pensei que estava a jogar ao stop

Só que (afinal) não...
Anita chora

Se ele soubesse que a esta hora...

...depois de ele hoje me ter deixado o seu isqueiro, o único que havia nesta casa, isqueiro esse que foi o 3 que ele me deu este mês e que, mais uma vez e tal como os antecessores, desapareceu novamente, eu estou, pacientemente, a acender um cigarro numa placa vitrocerâmica...havia de ficar orgulhoso de eu ser tão desenrascada.
(Se achavam que ele me acharia uma destrambelhada por não saber onde raio ponho os isqueiros e uma monga por me sujeitar a estas figuras ridículas só para fumar um cigarro, desenganem-se. Afinal ele não gosta de mim "do nada").
E é nestas alturas em que ele não está que vejo que um homem faz muita falta numa casa.

quinta-feira, 31 de março de 2016

The quest for the holy grail versão casas #01

É mais ou menos isso que é procurar casa. O santo graal seria bem mais fácil de encontrar caso eu fosse o felizardo a quem saiu o milhões em Portugal,  mas não sou e como tal, entre a as fotos de um cafofo e outro, vou-me deparando com pérolas que, ou é de mim e das minhas manias de pelintra-que-acha-que-vai-ter-uma-casa-coiso-o-chique, ou são atentados a vista, sanidade e inteligência de quem "só" quer um tecto.
Aqui fica a primeira...