segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
Vegans, Vegetas, verdurianos, fundamentalistas das couves
quinta-feira, 24 de março de 2016
Agora que me dava jeito que fosse Ano Novo, é Páscoa
quinta-feira, 17 de março de 2016
Vá lá, alguém que me diga que sim, que já viu, pelo menos, um...
Eu juro que ainda ontem antes de sair os enrolei meticulosamente e que hoje eles não só já não estavam enrolados como tinham uma centena de nós cegos.
Vamos assumir, e aqui estaremos certamente todos de acordo, que uns phones não têm vida própria, certo? Que após as luzes do escritório se apagarem não começam aqui sozinhos numa rambóia desenfreada. Vamos também excluir a hipótese da senhora da limpeza lhes ter mexido pois se ela fizesse o seu trabalho a minha secretária não estaria a pontos de ser capaz de germinar um feijão caso ele lhe caísse em cima, boa?
Agora vá, sosseguem lá esta minha mente perturbada e digam-me que já viram um, por aí, num canto qualquer.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Agora só se fala em acabar com os exames do 4¤ ano
E eu não podia concordar mais, mas isso daria aqui pano para mangas e já por várias vezes expressei a minha opinião sobre o assunto em blogue alheio. Assim sendo, e considerando-me eu uma criatura revolucionária, cheia de ideias peregrinas, porque não acabar antes (ou também) com as milhentas festas temáticas que teimam em fazer nas escolas, por tudo e por nada, tendo sempre como denominador comum uma máscara?
Ele é Carnaval, Páscoa, festa de fim de ano, Halloween e agora até a festa de Natal. No meu tempo (oh meu Deus, já digo no meu tempo!), a festa de Natal consistia nuns desenhos e colagens para decorar a sala e em fabricar uns presentes para os pais. Já com o Calvin, passei a participar nas decorações do colégio, feitas em casa e em família e a assistir a uma coreografia muito ensaiada com músicas de Natal, exibida com orgulho na sala de aula de todos os dias. Agora no 3 ano, a fasquia é outra. Alugam-se auditórios, faz-se um Natal multicultural com representação de vários países e a mim calhou-me um chinês!
Senhores, bem sei que as metas são ambiciosas, que é tudo muito bonito, tudo muito certo e que aos 8 anos todos devem saber, a bem da cultura, das regras e do bom ensino, quais as tradições culturais de cada país pela altura de Natal. Sei também que há que justificar o trabalho feito nas aulas de Mandarim e que serem trilingues aos 8 é que é muito bom e sinónimo de progresso, mas acho que as senhoras da Mascarilha já não me devem poder ver e eu confesso que já deito o We Wish You a Merry Christmas, cantado pelo Calvin em chinês, pelos olhos!!!
Se calhar esta medida não dava tanta discussão como os exames por isso, fica aqui a sugestão.
Muito obrigadinha.
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Eu sei que as eleições estão à porta e que é preciso mostrar trabalho, mas...
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Semelhanças entre crianças e criadas ou como isto agora é só estudos, teorias e cenas ao estilo Universidade Americana
quarta-feira, 1 de julho de 2015
A sério que isto tem um enorme, gigante,monstruoso potencial cientifico, a mim é que não me está a apetecer demonstrar agora
terça-feira, 28 de abril de 2015
Portal da Finanças e sites governamentais afins...
Diz o meu computador, em inglês não vá a Troika estar à espreita enquanto preencho o meu donativo anual ao país, que o site do portal das finanças não é seguro nem tampouco confiável. Pois eu que nem sou de acreditar em máquinas, que acho que nós é que mandamos e percebemos do assunto, acredito piamente no que ele me diz.
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Junk E-mail e cenas que me aparecem no mail de trabalho
Por momentos, e ao ler o nome Mona, passou-me pela cabeça que a senhora do sorriso misterioso, aquela que eu vi pequenina, lá atrás dos vidros e das baias de segurança no Louvre, aquela a quem todos fotografavam e a quem eu virei as costas por tê-la achado uma decepção, afinal a última ceia com quem ela partilhava a sala era infinitamente melhor, me estava a mandar um e-mail quem sabe a pedir satisfações pela má publicidade que lhe tenho feito e pelos elogios pouco simpáticos que lhe tenho dirigido sempre que se fala nela. Oh Anita, mas aquilo é só um quadro, a senhora já nem existe, não se sabe se existiu e este teu devaneio é só...ridículo, dizem vocês. Pois, está bem, até pode ser, mas a caixa de e-mail é minha e em mim ninguém manda o que me dá todo e qualquer direito de pensar o que quiser, em especial sobre quem se dirige a mim usando Mona como nome e a mim apeteceu-me assim. Podia ter-me dado para pior, mas adiante. Esta história podia ser toda muito certa, muito verdadeira não fosse no subject a Mona pedir-me para escolher uma carta. Aí Jesus, mas agora querem ver que a Mona (nome carinhoso também empregue à polícia) me veio informar via e-mail que afinal 120 dias sem pegar na minha viatura não chegam como castigo e que o melhor é escolher outra carta que não a de ligeiros para tirar? Eu cá não sou fã de motas e carta de pesados também não me parece uma boa opção.
Bom, no meio de tanta dúvida e visto isto ter ido parar à junk box, façamos então um shift+del r não se fala mais no assunto.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Green Hill? A sério?
Estou profundamente espantada com o saudosismo que de repente assolou o livro das caras em relação à discoteca Green Hill.
Se ouvi falar dela? Sim, ouvi. Em tempos idos, pela boca da minha irmã mais velha e dos seus amigos que lá foram um par de vezes. Parece que agora aquilo está em ruínas e isso deixou toda a gente muito triste e com imensas saudades das noites que há anos perdidos lá tiveram ou mesmo das noites que nunca lá passaram. Sim, porque ou fui atacada por uma amnésia fortíssima e sem precedentes ou não me lembro de algum amigo meu ser cliente esporádico, quanto mais assíduo, desse espaço.
Já agora, pergunto eu, se aqueles que hoje choram o fim de uma era de ramboia e folia naquela grande discoteca efectivamente continuassem a ir lá, aquilo não estaria ainda aberto e a bombar?
A Green Hill passa então, com grande espanto meu, à mesma categoria da antiga pastelaria Roma, do cinema Londres, do Quarteto, do King e outros sítios que tais em que ninguém lá punha um pé, mas que ao fechar serve de post porque até fica bem...só que não!
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Anita chora copiosamente
A Anita pensava que, à semelhança dos outros anos, entrava esta semana de férias voltando apenas para o ano.
Anita estava confiante no número de dias de férias que lhe restavam, pelas contas que tinha feito à vida. Anita pensava que sabia contar e que a vida lhe sorria. Só que não!
Anita preferiu confirmar os dias de férias que lhe restavam com os R.H. em vez de continuar na doce e inocente ignorância. A Anita é burra e está arrependida de o ter feito!
O sr. dos R.H. é mau e disse que a Anita só tinha um dia e meio de férias para tirar este ano. A Anita precisava de 6.
A Anita está inconsolável e a pensar seriamente em:
a) pedir dias de férias fiados
b) vir para o escritório sem mexer uma palha só a fazer corpo presente em forma de protesto
Enquanto não se decide pela hipótese a ou b, Anita continua a chorar...
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Ora então deixa lá ver se percebo isso dos estereótipos
Boas, boas são as mulheres da campanha da Dove. Essas sim são mulheres a sério que isso do aspecto exterior não conta para nada, que o que é bonito é só o que vem de dentro, mas ponham lá um cremito para amaciar a couraça não vá dar-se o caso de alguém passar a mão e ninguém quer ter uma pele áspera que isso não é bonito nem por dentro nem por fora.
O corpo malhado da Carolina Patrocínio é um nojo! Alguém poderá querer uns abdominais definidos e músculos tonificados? Por favor! E
A Jéssica dos Morangos não pode ser chamada de gorda. Onde é que já se viu uma pessoa ser gorda com aquele corpo? Ai que as mulheres são mesmo velhacas umas para as outras. Dor de corno, é o que é, mas também não pode ser magra nem desfilar porque as mulher magras e boas que defilam não existem, não é? É tudo photoshop e um atentado à moral e saúde das adolescentes incautas, frágeis e influenciáveis nisso dos esteriótipos de beleza.
Até aqui estava quase tudo bem, quase tudo claro. Tinha percebido que não podemos chamar gorda a ninguém muito menos elogiar as magras, mas depois aparece uma notícia sobre a Merkel e sobre isso de haver muitos licenciados e de ser mau deixarem de haver cursos vocacionais e de não podermos ser todos doutores, e toda a gente se referiu a ela como "gorda nazi" e aí eu fiquei baralhada. Afinal podemos chamar nomes umas às outras ou não?
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Vocês que são uns peritos, uns verdadeiros experts nisso de blogues de moda, respondam aqui a uma pergunta.
Isto já entra na classe do matchy-matchy?
É que para mim isto entra só mesmo na classe, mas isso sou eu que não percebo nada disso de blogues, moda e afins.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
PQP, que é como quem diz: put@ de sorte a minha
Agora que tenho os dias de férias esmifrados, comidos, contadinhos e guardados para conseguir manter a pouca sanidade mental que me resta até ao fim do ano é que vem o Verão?
Agora que as aulas começaram, que o subsídio de férias já acabou e que já estávamos formatados paras as noites frescas e chuvosas, para as folhas amarelas e laranja a caírem das árvores, para o cheiro a castanhas na rua é que estão 30° C? Quando a cor que ganhei nas tardes, sim tardes que as manhãs estavam demasiado frescas para praiar, desapareceu é que vou voltar para a praia a parecer uma lula?
Pior, mesmo que as respostas às perguntas anteriores fossem todas sim, por muito despropositado que parecesse, diz que tem de ser um não!
É que como se já não bastasse toda a frustração que a actual conjuntura climática me provoca, as temperaturas nem sequer se dão ao luxo de se manterem assim no fim de semana!
Se isto não é um plano macabro para me levar à loucura, então eu não percebo nada disso das conspirações!
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Agora sim percebo isso das mulheres serem uns bichos raros
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Juro que nem sei do que gosto mais
25 de Abril - Quarenta anos de Liberdade
terça-feira, 11 de março de 2014
Para aqueles que...
Tenho um belo de um casaco e, caso me falte alguma coisa para cobrir o meu corpo esbelto, estou no sitio ideal para ir às compras.
Temos pena!
