segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Há-de chegar, mas não chegou

Há-de chegar o Natal em que no início de Dezembro eu tenha os presentes meticulosamente escolhidos e e comprados. Há-de chegar o Natal em que nas vésperas não vou ter de andar ao encontrão no supermercado a tentar que os meus convivas não comam macarrão com tomate na noite da consoada. Há-de chegar o Natal em que as duas semanas que antecedem o evento vão ser passadas de forma calma, ordeira, em jantares de amigos, em brindes, com a casa pronta e a despensa a postos. Há-de chegar o Natal em que não vou ter prendas de última hora nem olheiras que comprovem a minha desorganização. Há-de chegar..., digo eu. Também há-de chegar o Messias, dizem eles, e o que é certo é que ainda não chegou e todos vivem felizes na mesma.
Por isso família, nada temeis. Já estou de lista de compras em riste a caminho do hipermercado. Fome não vão passar, já eu dormir...vemos isso lá para depois das festas.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Quem não chora, não mama

E a Anita chorou. Só não completo o provérbio neste caso porque, além de não ter sido esse o desfecho da história, podia soar mal e este continua a ser, tal como eu, um blogue direito.
Assim sendo, digo apenas que optei pela hipótese A.
Assim como assim ele há para aí muita gente que vive acima das suas possibilidades, que gasta mais do que tem o que, não sendo bonito nem tampouco exemplo, neste caso serviu de inspiração.
Se já estou a "comer" 3 dias de férias a 2015? Estou, mas a verdade é que os que agora me fazem falta foram tão mal gastos ao longo de 2014 que esta me parece uma muito boa causa.
Se me dava jeito não trabalhar na próxima segunda e terça feira? Pois claro que sim, mas não se pode ter tudo e o que vou fazer a segui já me vai saber a tanto!

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Anita chora copiosamente

A Anita pensava que, à semelhança dos outros anos, entrava esta semana de férias voltando apenas para o ano.
Anita estava confiante no número de dias de férias que lhe restavam, pelas contas que tinha feito à vida. Anita pensava que sabia contar e que a vida lhe sorria. Só que não!
Anita preferiu confirmar os dias de férias que lhe restavam com os R.H. em vez de continuar na doce e inocente ignorância. A Anita é burra e está arrependida de o ter feito!
O sr. dos R.H. é mau e disse que a Anita só tinha um dia e meio de férias para tirar este ano. A Anita precisava de 6.
A Anita está inconsolável e a pensar seriamente em:
a) pedir dias de férias fiados
b) vir para o escritório sem mexer uma palha só a fazer corpo presente em forma de protesto

Enquanto não se decide pela hipótese a ou b, Anita continua a chorar...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Ace of Cakes Xmas 3rd edition

Há dias em que ir para o escritório (caso não tenham reparado eu não disse trabalhar pois na verdade, trabalhar foi tudo o que eu não fiz hoje) e ficar grande parte do dia à volta de uma mesa de reuniões nem é assim tão mau.



A lontra que habita dentro de mim rejubila ao ver esta quantidade de doces. Já a sopeira que lhe faz companhia, esfrega as mãos e dá pulinhos de contente por ter ganho o primeiro prémio mais um ano.

And the winner is...


...Xmas petit gateau 

Obrigada, obrigada! Não estava nada à espera disto, pá. Até estou emocionada! Queria agradecer ao P, ao T e ao meu filho pelo apoio, à minha mãe pelos ingredientes. ...mentira. O bolo estava mesmo bom e quando o fiz foi para ganhar, e ganhei...outra vez.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Em loop...


...em especial na minha cabeça é onde toca mais alto...

"...I'm so cold, I'm afraid, to find hollow life, sleepless night, empty days..."

sábado, 6 de dezembro de 2014

Tu sabes que os tratamentos de beleza que prometem mundos e fundos estão ao nível da banha da cobra quando...

...depois de um serão em casa passado de molho em banheiras de hidromassagem atafulhadas em sais e óleos essenciais, depois de peelings ligeiros, de máscaras faciais e capilares, exfoliações corporais e cremes meticulosamente barrados pelo corpo todo, vais de manhã tomar o pequeno almoço ao café de sempre, no bairro de sempre, a sentires-te uma diva e a velha de sempre, ao ver-te agasalhada até às orelhas por causa dos 10 graus que estão, te diz que estás amarela e com pouco bom ar.
É muita simpatia logo de manhã!

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Ah e tal, com este frio apetece é um sofá, uma manta, uma caneca com chá a fumegar, tudo isto junto à árvore de natal com as luzinhas a piscar...

...pois, era bom, mas e uma espécie de chocolate quente, um achocolatado vá, sacado por 0,20€ na máquina de vending, não serve?
Vai ter de servir que quem não tem cão...

Sócrates, Francisco Assis e Professor Bambo - parece que não, mas anda tudo ligado

Se alguém duvidava das artes da adivinhação, disso das premonições ou profecias, aqui está a prova irrefutável que elas existem.
Francisco Assis, és um vidente pá!

Vá, atentem no ar de satisfação dele ao ser transportado naquela belíssima viatura. Devia ter começado a andar de Clio mais cedo.

7 já cá cantam

E eu sobrevivi! Sobrevivi a 20 miúdos a correr em manada casa fora em completo sugar high. Sobrevivi ao faz sandes, croissants, gelatinas, mousses, prepara, decora, recebe os pais com o melhor sorriso, atende o telefone, agradece os parabéns, dá indicações de onde fica a casa, brinca, certifica que a comida da mesa é resposta, conhece pais que ainda não conhecias, conversa com aqueles que já vêm de outros carnavais, prepara o jantar para os que ficam para depois da festa, ao devolve os miúdos aos pais (que continuam a achar que tu foste uma corajosa em fazer isto em casa e tu que não, que és só louca) sãos e salvos, sem um único galo ou esfoladela, à chuva que esteve sempre a cair e que me impediu de correr com todos para o terraço onde tinham mais do que espaço para correrem como gnus enfurecidos (ahhhh a felicidade de cada vez que a campainha tocava depois das 18h...) e a uma criança na mais pura felicidade e excitação.
Eu sobrevivi e a minha casa também. Podia dizer que enquanto me lembrar da trabalheira não me meto noutra, mas cheira-me que isto das festas em casa é como os partos, uma pessoas anda não saiu da maternidade e já não se lembra bem como é que aquilo foi e começa logo a dizer que afinal não custa assim tanto, que compensa a felicidade e que para o ano há mais.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Isto sim são pais a sério

A corroborar com todas as teorias que postulam que crianças bem educadas, exemplares e com plenas capacidades de serem adultos socialmente integrados e de sucesso são aqueles cujos pais jamais se vergaram aos seus caprichos de capetas de fraldas fazendo-os a eles, terroristas de chucha, adaptarem-se à vida dos adultos e nunca o contrário, deixo-vos uma foto de um exemplo a seguir.
Ponham os olhos nestes pais e vejam se aprendem alguma coisa se faz favor.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Depois de um vídeo fofo, melado e natalício com pinguins, vem a BBC estragar a magia...


É triste pá! Uma pessoa pensa que eles acasalam para a vida é depois vai-se a ver e é isto!
Eu bem disse que pouca gente percebia o encanto, a mística destes bichos.
É caso para dizer que dê lá por onde der os coitados são sempre f...lixados.

Senhores da BBC, acham que devo começar a preocupar-me?

Portugal vs Argentina

Calvin: O Gaitán vai entrar. Bolas, estão a cansar-me o homem! E se lhe fazem uma falta que o lesionam? Ficamos sem extremo!

A indignação minha gente. O pânico.
Cá em casa é cada um com as suas preocupações...

Marilyn, és tu?

Não sou, mas podia ser visto haver uma Marilyn Monroe que habita dentro de mim e me obriga, ainda que de forma inconsciente e dissimulada, a usar um vestido em dias de vendaval.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

A Anita também sugere prendas de Natal que são um mimo

Eu sei que tenho de comer muita sopa até ter um blogue fofinho, cor de rosinha, daqueles que servem de inspiração e até mesmo de mantra aos seus seguidores, mas o Natal é, se não é devia ser, como o sol - para todos.
Ora se o Natal é para todos e até calha ter um blogue, porque não usá-lo para espalhar o bem e a felicidade nesta época de amor e fraternidade sugerindo presentes que farão as delícias dos eleitos?
Para todos aqueles que merecem um belo monte de bosta no sapatinho sem que para isso tenham de pisar o que quer que seja por engano na rua ou sem que tenham que ser mandados até lá, aqui fica o link daqueles que tornarão possível um sonho de Natal
Desenganem-se se acham que a merd@ é toda a mesma e que só muda o cheiro, que não é. Há variedade. Podem escolher entre merd@ de vaca, de elefante, de gorila e, para aqueles que acham que apenas um tipo de merd@ é pouco e que o eleito merece mais, existe o shit combo pack o qual incluí um bocadinho de todas. É assim uma espécie de "família feliz" caso isto fosse um menu de um restaurante chinês.
Pronto, agora ide meu pequenos elfos natalícios, meus pequenos Rodolfos de nariz vermelho, ide encomendar prendinhas e não precisam de agradecer que isto não dura sempre. O Natal é que me deixa assim uma mole.
 


Ora porra, mas era só isto que me faltava?

Então agora dizem que o cacau está a escassear e que em breve pode ser considerado um produto de luxo?
Bom, andam a dizer o mesmo do petróleo há muitos anos e ele ainda não acabou. Resta-me rezar para que aconteça o mesmo com o chocolate e que o preço de uma tablete nunca chegue ao preço de um barril.
Começo a ponderar emigrar para São Tomé e virar uma fazendeira.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Juntar Natal e Pinguins só podia correr bem


Adoro o Natal e adoro pinguins!
Dado esse meu carinho especial por estas aves houve um dia quem me oferecesse um. Tentei várias vezes explicar-lhe o meu encanto pelo bicho. Creio que não percebeu. Não deve ter percebido também o que aquele pinguim significava. Enfim, nem todos gostamos do mesmo. Eu por exemplo nunca percebi o encanto que as pessoas possam ter por gatos e há quem tenha.
Este vídeo mostra que há pelo menos uma pessoa que os vê da mesma forma que eu...


Pode ser que este também tenha o presente dele no Natal...

Vídeo roubado descaradamente à Chata


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

No dia de São Martinho...

...vai-se à adega e PROVA-SE o vinho.

Prova-se, só. É aqui que está o cerne da questão, no provar. Parecendo que não, há uma ténue diferença entre provar e encanar, não como se não houvesse amanhã, mas como se fosse sexta-feira à noite.
Anita, aos 33 anos já devias saber, pelo menos desconfiar, que provar o vinho não é beber Moscatel, vinho tinto, champanhe, água pé e jeropiga até às 3h30 da manhã quando se trabalha no dia seguinte. Vá, agora repete isso várias vezes, tipo mantra, até interiorizares o conceito como deve ser.
O que me vale é que até posso não saber a diferença disso do beber, provar, encanar e vir trabalhar como se tivesse sido atropelada por um camião, mas sei perfeitamente que burro velho não aprende línguas.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Carros, essa extensão da virilidade

Caro condutor da cidade de Lisboa,
Nós bem sabemos o quanto vocês homens vêem nos vossos carros uma extensão à vossa masculinidade. O quanto vocês acham, ou gostam de achar, que o vosso veículo deixa transparecer o macho alfa que habita em vós e que, caso isto fosse a savana africana, nós estaríamos receptivas ao acasalamento à vossa simples passagem. Só que não. Isso não acontece por isso, se conduzes um Fiat 500 cor de cocó e achas que de alguma forma isso deixa a tua virilidade encarquilhada ou mirrada como se tivesses acabado de tomar um banho muito gelado, comportares-te como um atrasado na iminência de seres ultrapassado por uma mulher com um carro melhor do que o teu, não faz aumentar a tua (claramente diminuta) masculinidade. Acredita que só faz de ti parvo ou vá, remete-te para a categoria de eunuco, para a classe daqueles macacos que são sodomizados pelo macaco alfa quando nenhuma fêmea está disponível.
Pronto, agora deixa lá, já passou. Vai lá trabalhar e não chores mais. Só te disse isto tudo porque sou uma porreira. Não precisas de agradecer.

sábado, 8 de novembro de 2014

Ainda bem que é um Sábado calmo de Outono...ou não!

Podia ser um fim de semana chuvoso de Outono em que eu e o Calvin andássemos alegremente a passear as nossa wellies matchy-matchy a caminho de um fabuloso brunch onde, através das janelas de uma sala do mais cosy que já se viu, com lareira e tudo, víssemos a chuva a cair lá fora. Ele leria o seu livro, eu o meu, enquanto degustávamos um delicioso manjar de um Sábado sem horas.
Poder até podia, mas não era a mesma coisa. Muito melhor que isso, tomámos o pequeno almoço no sofá a ver desenhos animados. Arranjámo-nos e não calçámos as wellies matchy-matchy, o que agora me arrependo. Em vez de irmos fazer um brunch fomos antes ao sapateiro pôr botas a arranjar, fomos a uma loja de bricolage comprar cola e, este sim a cereja em cima do cupcake que bolo é coisa assim a atirar para o demodé, fomos à oficina comprar pneus. 
Como pelos vistos não sou assim uma pessoa tão influente no mundo da mecânica e o facto de conduzir um carro alemão não risca nada nisto das prioridades, só consegui uma marcação para as 16h pelo que pudemos vir almoçar a casa e aproveitar para calçar as galochas a condizer wellies matchy-matchy. Não vamos andar a saltitar nas poças de água do jardim de onde se avista um bucólico arco-íris, mas pode ser que haja uma poça de óleo lá pela oficina que faça o mesmo efeito.
Se ele se portar bem, mas mesmo muito bem, à tarde ainda o levo a lavar o carro na lavagem automática. Eu sei que está de chuva, que vai ficar todo emporcalhado em menos de nada, mas a criança gosta tanto desse programa que não há como recusar-lhe mais esse mimo.
Um glamour o nosso Sábado. Valha-me o facto de hoje haver jantarada fora de casa com família e amigos para compor o ramalhete.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Sweet November

Ele gosta das festas de anos em casa. Eu acho que dá muito trabalho e sugeri o Castelo de São Jorge. Ele, não sendo em casa, sugeriu uma corrida de karts. Eu lembrei-o que nem todos os pais acham piada a ir para fora de Lisboa para uma festa de anos, que nem todos acham piada aos filhos de 6/7 anos a fazerem corridas e que as meninas seguramente não iam achar graça nenhuma à coisa, tal como ele já não acha a festas só com princesas. Ele insistiu no assunto e eu tive de lhe contar a história da raposa que convida a garça para jantar, Vá lá, não me façam contar a história outra vez...bom, resumido é algo do tipo a raposa, espertalhona, serviu o jantar num prato raso de onde evidentemente a garça com o seu longo bico não conseguiu comer. Até aqui ele achou piada. Riu-se que nem um perdido ao pensar na coisa como uma partida. Coitado, ainda está no espírito do Halloween. Eu continuei a história rematando com a vingança da garça que retribuiu o convite à raposa tendo esta última apenas direito a lamber o gargalo da almotolia onde o jantar foi servido. Ele percebeu a lição. Voltámos ao Castelo de São Jorge. Ele continuou a preferir em casa. Cinema está fora de questão. MacDonalds jamais. Festa científica: done. Insufláveis: done (e na verdade ninguém merece aquilo). Palhaços: cruzes credo. Porra, no Verão ou na Primavera era tão, mas tão mais fácil. Ele voltou a insistir nisso de ser em casa e de poderem brincar no terraço. Eu lembrei-o que terraço no fim de Novembro é capaz de não dar bom resultado. Ele esqueceu a festa no terraço resumindo o assunto às 4 paredes. Eu calei-me e comecei a pensar que ainda o ano passado cedi a isso de ser em casa e que no fim do dia disse "para o ano é fora".
Comecei mentalmente a fazer planos. Gelatinas caiem sempre bem, umas sandes, uns cupcakes, os que fiz o anos passado não ficaram comestíveis, mas estavam giros. Depois lembrei-me da mancha de sumo que ficou no tapete no ano passado. Este ano os arranjos de balões não podem ser dos Angry Birds outra vez. No ano passado, pelo Ano Novo, ainda tinha balões de hélio em casa que mesmo estando murchos arrebitavam por uns dias quando postos à frente do ar condicionado. Durante umas horas pareciam novos. E bolos de gomas? Ficam giros, ele gosta e não devem ser muito difíceis de fazer. Casa cheia de miúdos em sugar high a esfregarem mãos engorduradas nas paredes ao estilo pinturas rupestres. Em vez das gomas posso antes fazer umas espetadas de fruta, fazer uns palitos de cenoura assim tipo festa saudável. Exacto, isso e umas bolachas de dinossauros. Afinal até comprei umas formas novas. E a trabalheira? Raios partam o catraio que não podia ser mais caseiro. Calha bem uma das prendas de anos ser uma casa para ele brincar no terraço. Assim podem estreá-la logo. Espero que não chova. E se ele convidar a turma inteira? A somar aos miúdos fora da escola dava tipo 30 crianças em manada fechados em casa. O jeito que dava haver um parque de diversões em Lisboa. Abençoados os pais que tiveram filhos pequenos enquanto ainda havia a Feira Popular. Se calhar é melhor tirar os tapetes da sala para estarem mais à vontade. E se...
Pumba, está-se mesmo a ver que vou arranjar lenha para me queimar, que a festa vai ser cá em casa, que ele vai convidar a turma inteira e que eu vou convidar os respectivos pais porque afinal, parecendo que não, gosto de receber gente em casa, que vou passar 3 dias na cozinha a preparar tudo, que vou andar num virote uns dias antes e exaurida até uma semana depois, mas vai valer a pena (como é que é? já estou a assumir que vai?) porque afinal o dia é dele e se é assim que ele quer a sua festa que seja, que a mãe cá se há-de arranjar e que no final de tudo, quando ele estiver a dormir feliz da vida depois de um dia bem passado eu vou andar de rabo para o ar a limpar tudo e a pensar que para o próximo ano é fora de certeza.
Agora é só esperar que não chova. Calhava mesmo bem ele poderem ir lá para fora brincar na tal casa e eu até era mulher para organizar uns jogos e brincadeiras  lá fora.
Acho que chegámos a um (des)acordo. Habemus festa.

Filho, comi-te os doces de Halloween


Suponho que os pais destes miúdos (com excepção de duas reações de facto engraçadas ) sejam os mesmos que escrevem fabuosas dissertações e epopeias sobre isso do antes e do depois de ter filhos, disso de terem passado de pessoas sofisticadas, sociais e com vidas glamourosas a pessoas que deixaram de ter uma vida normal vivendo apenas entre o choro, a baba,  o ranho e gritos, pessoas que passaram a ter sempre uma nódoa da sopa que voou pelos ares na refeição anterior estampada nas costas e sem tempo sequer para ir à casa de banho sem que venha o pequeno diabo da Tasmânia atrás.
Afinal este vídeo pode explicar muita coisa...

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Movember

Eu sei que a causa é nobre, mas ao ver esta imagem lembrei me que será melhor marcar addepilação sob pena de acharem que aderi ao movimento. 

Ora então deixa lá ver se percebo isso dos estereótipos

As meninas da Victoria's Secret não podem ser magras que isso é um atentado, uma aberração e um desrespeito para com todas as outras mulheres que não têm aquele corpo além de incentivarem as ganapas a não comerem merd@, no limite a não comerem nem mesmo merd@, e a fazerem exercício para depois chorarem,quais Madalenas arrependidas (podemos chamar arrependidas às Madalenas ou isso também é um insulto?), aos verem que aquilo não existe pá, que a Alessandra Ambrósio não passa de uma gorda "photoshopada".
Boas, boas são as mulheres da campanha da Dove. Essas sim são mulheres a sério que isso do aspecto exterior não conta para nada, que o que é bonito é só o que vem de dentro, mas ponham lá um cremito para amaciar a couraça não vá dar-se o caso de alguém passar a mão e ninguém quer ter uma pele áspera que isso não é bonito nem por dentro nem por fora.
O corpo malhado da Carolina Patrocínio é um nojo! Alguém poderá querer uns abdominais definidos e músculos tonificados? Por favor! E selfies fotos no ginásio? Vão mas é tirar fotos ao cozido à portuguesa que comeram ao almoço, se for sushi tanto mais chique, que isso é que é bonito de se ver.
A Jéssica dos Morangos não pode ser chamada de gorda. Onde é que já se viu uma pessoa ser gorda com aquele corpo? Ai que as mulheres são mesmo velhacas umas para as outras. Dor de corno, é o que é, mas também não pode ser magra nem desfilar porque as mulher magras e boas que defilam não existem, não é? É tudo photoshop e um atentado à moral e saúde das adolescentes incautas, frágeis e influenciáveis nisso dos esteriótipos de beleza.
Até aqui estava quase tudo bem, quase tudo claro. Tinha percebido que não podemos chamar gorda a ninguém muito menos elogiar as magras, mas depois aparece uma notícia sobre a Merkel e sobre isso de haver muitos licenciados e de ser mau deixarem de haver cursos vocacionais e de não podermos ser todos doutores, e toda a gente se referiu a ela como "gorda nazi" e aí eu fiquei baralhada. Afinal podemos chamar nomes umas às outras ou não?

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

E óculos escuros?

Quando eu precisar de sombra hei-de arranjar uma como deve ser, boa?
If I were you I would choose some nice sunglasses instead. Just saying...

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O quê que, quase a entrar em Novembro, nos faz estar próximos dos brasileiros?

Para além das novelas, isto. Vá, menos a parte Regina Caso. Se quiserem podem substitui-la pela Ana Malha, pela Cristina Ferreira ou até mesmo pelo Passos Coelho. É escolher.
E viva este calor tardio...not!

Ansiedade pré testes

Depois de 4 anos de ensino básico, 2 anos de ensino preparatório, 6 anos de ensino secundário, 5 anos de ensino superior, avaliações de competências e objectivos no trabalho, mais do que habituada a testes, provas globais, exames nacionais, exames finais, frequência, testes de Q.I., de personalidade, de gravidez, até testes à presença de estupefacientes e todos os tipos de testes teóricos e práticos, hoje, aos 33 anos, o teste que me deixa mesmo nervosa é o do lápis.
O frio na barriga, as mãos geladas, uma pessoa ali de pé, costas muito direitas em frente ao espelho, quase sem respirar à espera que ao largar-se o lápis ele se estatele ao comprido no chão.
Prova superada. Parabéns miúda!
Encontramo-nos daqui a uns meses. Agora vê lá, não te estragues entretanto.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Ora comecemos então a semana

Acho que não era bem isto que eu tinha em mente quando, de olhos levantados para o céu em jeitos de oração, pedi ao universo que me desse forças para queimar pneus. Lá está isso de termos de ter cuidado com o que pedimos...
Universo, se me estás a ler, eu referia-me aos da barriga, não aos do carro.

sábado, 25 de outubro de 2014

Isto no meu tempo não era assim

No meu tempo não havia canais de desenhos animados disponíveis 24h/dia. Bom, com a idade do meu filho falar em canais era referirmo-nos à RTP 1 e à RTP 2. A SIC e a TVI foram um upgrade de luxo à rotina televisiva. Quem diria!
Desenhos animados durante a semana eram os que passavam durante a votação do Agora Escolha e a Rua Sésamo ao final da tarde (caramba, agora que penso na mistura explosiva que é juntar a Vera Roquette e o Poupas percebo alguns dos meus traumas). Restart tv era um conceito tão esotérico e distante como cidades flutuantes e carros voadores, e o que eu tinha agradecido à alma caridosa que tivesse engendrado essa invenção nas tardes em que a minha avó se juntava com as amigas para verem um capítulo da novela venezuelana e eu não podia ver a Ana dos cabelos ruivos. Tinha sido gratidão para o resto da vida!
Os Sábados de manhã eram o dia mais esperado da semana. Era o dia em que tínhamos uma manhã INTEIRINHA de emissão infantil. Eram desenhos com fartura pá e uma pessoa acordava horas antes da emissão começar só para não perder pitada. Nem sei bem o que fazíamos no período de tempo em que no ecrã só estava a mira televisiva. Julgo que ficávamos assim entre o modo catatónico e o hipnotizados a olhar para a porra do relógio que aparecia no canto, a contar os segundos (sempre entretinha mais do que contar os minutos) até às 8h.
A partir daí era uma manhã bem passada no sofá a ver tudo o que tínhamos direito.
Aos 33 anos, quase 34, ainda não perdi o vicio de ao Sábado de manhã me enroscar no sofá a ver desenhos e até há bem pouco tempo a coisa corria bem. Não sei se fui eu que numa dessas manhãs adormeci e dormi demais acordando com ele já demasiado crescido se é culpa da abundância e variedade televisiva disponível, mas o que é certo é que hoje, Sábado de manhã, dia em que devíamos estar a ver desenhos animados, a única enroscada no sofá sou eu enquanto ele joga PES e me vai ensinando as diferenças entre as posições dos jogadores e as tácticas de jogo.
Entre a lavagem cerebral do médio ofensivo, avançado, ponta de lança, defesa central, defesa esquerdo e direito, dos 4x4x2, das faltas, dos carrinhos, dos golos e de tudo o que é equipa europeia, estou a pontos de dizer: volta Poupas, estás perdoado!

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Só faltava falhar-me a luz

Há dias em que tudo falha!
Hoje falhou-me muita coisa, o bom senso para perceber que mandar uma criança para a escola mascarada uma semana antes do Halloween não era boa ideia. Vá lá que quando o fui buscar já tinha ultrapassado o vexame, estava feliz e bem disposto e, espantem-se, ainda me fala e gosta de mim. Um generoso.
Falhou-me a hora da primeira reunião do dia pois isto de andar cansada, dormir metade da noite no sofá e acordar a horas de ainda fazer pinturas faciais dignas de estarem expostas no Tate custa. Menos mal que, coisa rara e nunca vista, não apanhei trânsito, não fiquei 10 minutos à procura de um lugar para estacionar nem tive de esvaziar a mala à procura do demoníaco cartão que me deixa entrar na chafarica chegando só 15 minutos atrasada, mas ainda a tempo de pedir um café.
Falhou-me a hora de almoço por ter saído da primeira reunião quase a horas de entrar na segunda (a qual acabou mesmo à hora de sair), contentando-me a encher o bucho com um mísera salada comida de pé no balcão de uma mísera copa. É para a dieta. Não sou eu que estou sempre a dizer que estou gorda? Vai buscar!
Falhou-me a esteticista que não tinha vaga para mim e me vai fazer passar o fim de semana da mesma maneira que passei a semana: de calças bem compridas e com calor. Tranquilo. Assim como assim se ela não me falhasse falhava-lhe eu pois se até comer foi luxo, tirar pêlos era milagre.
Falhou-me a empregada que ontem à noite avisou que hoje não podia vir. Ok, o fim de tarde de sexta feira pode ser passado em modo sopeira até porque com esses pêlos o modo Cinderela não dava.
Falhou-me a paciência para depois de tudo isto cozinhar. O Calvin não quis MacDonalds nem encomendar pizzas. Podia achar que era vingança pelo episódio de hoje não fosse ter-se contentado com salsichas, ovos estrelados e esparguete e não, não quero saber, nem me interessa, se acham que é comida de qualidade duvidosa e tida como menu de senhora da vida.
Visto que estou a escassos momentos de nos enfiar aos dois na banheira para um banho quente (até ligava os jactos para uma massagem não fosse a coluna estar avariada e vir o técnico arranjá-la amanhã de manhã. Pumba, lá falhou a possibilidade de dormir mais um bocado ao Sábado) que vai anteceder uma noite de ronha e filmes no sofá e tendo em conta que a minha casa é toda única e exclusivamente eléctrica, resta-me rezar para que não me falhe a luz e me dê cabo dos fracos planos.
É raro falhar a luz em Lisboa? Sim, é. Também é raro ir ao Facebook ou ler um blogue e haver gente com um dia tão medroso como o meu por isso, venha de lá um Pai Nosso só para prevenir.
Até tirava fotos com filtros bonitos do Instagram para ilustrar esta bosta toda, mas para misérias e figuras triste basta ligarem a televisão na TVI.

Eu, as máscaras, o Calvin, o Halloween e a minha capacidade de traumatizar a minha cria

Não gosto de máscaras. Não gosto do Carnaval e tampouco percebo o porquê de festejarmos o Halloween. Acontece que sou mãe e acontece também que o meu filho frequenta um estabelecimento de ensino e até convive com pessoas que, por acaso, comemoram estes dias.
Assim sendo, e na tentativa de não tornar a minha cria num bicho raro, fui obrigada a compactuar com estes festejos, mas sempre com muito pouco sucesso.
Este ano estava decidida a fazer tudo diferente. Estava determinada a organizar-me, a encarnar o papel de mãe prendada no que a máscaras diz respeito, de tal forma que ao receber o mail do colégio no início da semana a anunciar a festa de Halloween, comecei logo os preparativos.
Confesso que achei estranho a festa ser hoje, uma semana antes do dia, mas pronto, podia ser a dinâmica do colégio e quem sou eu, criatura que não festeja nada disso, para questionar o dia em que resolvem mascarar os putos.
Vai daí que de manhã preparo o mais belo, o mais elaborado e o mais fantástico espécime de Harry Potter. Ele era o uniforme, a capa, o cachecol dos Gryffindor, a varinha oficial da personagem culminando tudo com uma pintura facial, a roçar a obra de arte, de uns óculos e da famosa cicatriz.
Orgulhosa. Era isso que eu estava ao olhar para o produto da minha organização e empenho nisto das mães, colégios e festas de máscaras e seria assim que me sentiria o dia inteiro se, ao chegar à porta de Hogwarts, perdão, do colégio, não me dissessem que a festa era só para a semana. Epic fail!
Ele quase chorava e eu só conseguia rir com a minha estupidez.
Valeu-me o facto da roupa do Harry ser parecida com a do colégio (as calças até eram as do uniforme) e de, depois dos adereços tirados e da cara lavada, ele estar decente para ir para a sala.
A sério gente, digam-me que ele não vai ficar traumatizado com isto, que percebe que quem fez figura de parva fui eu e que na verdade isto é um episódio que nos vai fazer rir MUITOOOO daqui a uns tempos. Caso não achem isso, agradeço a quem me der contactos de bons, muitooooo bons psicólogos infantis.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

A D. Dolores que às vezes há em mim

Quem acha que uma bateria, um órgão ou uma guitarra eléctrica oferecido a uma criança é um presente envenenado para os pais, é porque não tem balizas para dar uso depois de um dia de trabalho.
A Messi não chego e Cristiano Ronaldo é o Calvin. Resta-me treinar para ser a D. Dolores ao fim da tarde.
Mãe chora!

Enquanto o sol brilha lá fora...

...e há gente que nasceu com o rabo de tal forma virado para a lua que hoje pode ir pô-lo ao sol, eu estou aqui enfiada na chafarica a pensar, a pensar, a ver se consigo dar resposta a uma pergunta que insiste em não me sair da cabeça.
Será que ter 3 monitores na minha secretária, sendo um de um portátil e os outros 2 com mais 50 cm, dá para bronzear pelo menos a cara?
Pelo sim pelo não vou dar "um toque" nas definições aqui dos bichos. Mesmo que não me tirem esta cor de lula, de certeza que me aquecem e me metem a suar. Bem sei que suar não dá boas cores, mas funciona assim a jeitos de sauna o que também já não é mau.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

O quê que eu respondia à malta caso fosse a Renée Zellweger?

(Já agora, onde é que andam todas aquelas defensoras ferozes de que uma mulher é muito mais do que um corpo, neste caso cara, que já chega de esteriótipos e críticas ao gorda/magra/feia/bonita? )

Persistência é o que não me falta...e fome

Só isso explica não ter trazido uma colher para comer a gelatina e em vez de desistir, o que só me fazia bem, estar a fazê-lo com um daqueles "palitos" para mexer o café.
Eu sei que é preciso paciência de chinês para o fazer, que é preciso destreza nos dedos para equilibrar a mini porção de gelatina até à boca e que acima de tudo pareço ridícula a comer desta maneira, mas vejamos o lado positiva. Além de entretida por um bom bocado, o esforço é capaz de contar como exercício.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Continuo a agradecer a quem tiver a bondade ou a possibilidade de me auxiliar

Telha! Gigante!
É assim que me sinto hoje, com uma telha descomunal. A neura apoderou-se de mim e os "maus fígados" atacaram em força, de tal forma que hoje poderia muito bem ser a personificação da bílis.
E tal como de todas as outras vezes em que me sinto com a telha, a única coisa que me apetece é escavacar o cabelo. Cortar está fora de questão. Já sei por experiência própria que tesoura, telha e cabelo não podem nem devem ser misturados no mesmo dia. Deixando a tesoura fora da equação e não considerando as tintas uma possibilidade, resta-me a tal escova progressiva que promete livrar de caniche com que estou.
Não fosse a sensação de que me vou arrepender para os próximos 6 meses e passar de caniche a "lambida por uma vaca", a esta hora já estava sentada no cabeleireiro.
Alguém que me deite a mão ou hoje ainda faço asneira da grossa!

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

What my friends think I do

P: Onde estás agora? Sidney? Maldivas?
Eu: Perto...estou na cozinha do bairro a acabar de preparar o jantar da criança. É quase a mesma coisa, não é?

Os meus amigos têm-me num nível tão alto que me vejo grega para corresponder às suas expectativas.

Vá lá, deixem-me ser dondoca!

Gostava que em pouco mais de 24 horas não tivessem de caber 2 voos, 2 viagens de carro de 1h30 cada sempre debaixo de chuva, uma reunião, um atraso no voo de regresso o qual nem sei bem a quem atirar as culpas, um encontro absolutamente dispensável em Heathrow, uma excursão de brasileiros que fizeram parecer o voo de ida um misto de viagem de finalistas do 12° ano e uma ida à quinta ver porcos (sim, havia um que roncava e nem sequer estava a dormir) acabando o dia a ir buscar uma criança para lá de ensonada a casa da avó para, depois de preparar tudo para o dia seguinte, demasiado tarde e a más horas, poder enroscar-me nela e tentar descansar.
Valeu-me ter conseguido encaixar no meio disso tudo e nas pouco mais de 24 horas um monte de gargalhadas, conversas, uma festa de Halloween a roçar o bizarro no louge do hotel (o qual na entrada, por entre veludos vermelhos e um intenso cheiro a perfume, tinha 3 bolas de espelhos e um LCD a fazer de lareira), um jantar no Jamie Oliver, um almoço num pub surreal, mas melhor que o que teríamos no Pavlov, uma visita às lojas do centro e a 2 centros comerciais onde até consegui enfeirar mais do que contava. E sim, ainda arranjei tempo para dormir, tomar banho e lembrar-me de como estava diferente a minha vida na última vez que estive em terras de Sua Majestade. Tão diferente que em Março, Londres deu-me vontade de voltar e agora Reading nem me pareceu um mau sítio para ficar.
Bottom line, miúda, acho que podemos continuar a viajar juntas que a coisa resulta e pensa que em business os lugares são só de 2 por isso não vai haver nenhum velho a trocar de lugar para fugir de nós :)

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Mergulhos

E como se isso não bastasse, ainda o faço à maluca, de cabeça e a gritar "Jeronimo".
A qualquer pessoa chegava o chapão e o afocinhar no fundo para saírem a correr da água para nunca mais voltar. Já eu, mesmo estando toda partida, a engolir água pela boca e pelo nariz enquanto vou batendo vezes sem conta com a cabeça no fundo, insisto em não sair de lá e em continuar a esbracejar...

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Vá lá, a sério, isto é uma conspiração do cosmos, não é?

Imaginem que às vezes, muito de vez em quando, têm um ataque, um daqueles cocktails explosivos em que se mistura uma bomba hormonal e um cromossoma X inflamado e que a única coisa que vos passa pela cabeça é comprar. Imaginem então alguém a evitar a todos o custo qualquer tipo de loja, montra, feira e até lojas do chinês. É grave!
Agora imaginem que vos mandam viajar. Que sorte, pensam vocês. Pois, eu também pensaria o mesmo não fosse o destino ser um dos 10 retail centers do U.K...
Aguenta coração!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Ora porra!

O resto não sabe como fazê-lo, mas está sempre a tentar e esses, minha gente, esses são os piores.
Há gente que nasceu para f... lixar o juízo e o mais que puder aos outros. No meio dessa gente há os que o sabem fazer, que o fazem com jeito, classe, requinte, em que nós, f... lixados, quase gostamos ou pelo menos tiramos o chapéu e há os trapalhões, os mal jeitosos, os ressabiados que, na ânsia de f...lixar alguém, só se f...lixam a eles próprios.
Se há coisa que me enerva, que me irrita, que me transcende é gente incompetente, mesmo que seja na arte de f...lixar.
Se é para fazer, ao menos que façam bem agora os empatas não têm préstimo algum, só chateiam.
É caso para dizer que nem para f...lixar servem.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Não querendo parecer pedinchona, mas já sendo...

Aqui está uma sugestão para aqueles que quiserem presentear-me pelo facto de passar pela idade de Cristo sem ter acabado na cruz (apesar de algumas descidas ao Inferno e algumas confianças com o capeta).

Notas:
A responsável pela oferenda de 34 balões cheios de hélio pode ignorar a sugestão.
Os restantes candidatos podem encontrar esta lembrança na Kare Design, no Lx Factory.

Não têm de quê.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

PQP, que é como quem diz: put@ de sorte a minha

Agora que tenho os dias de férias esmifrados, comidos, contadinhos e guardados para conseguir manter a pouca sanidade mental que me resta até ao fim do ano é que vem o Verão?
Agora que as aulas começaram, que o subsídio de férias já acabou e que já estávamos formatados paras as noites frescas e chuvosas, para as folhas amarelas e laranja a caírem das árvores, para o cheiro a castanhas na rua é que estão 30° C? Quando a cor que ganhei nas tardes, sim tardes que as manhãs estavam demasiado frescas para praiar, desapareceu é que vou voltar para a praia a parecer uma lula?
Pior, mesmo que as respostas às perguntas anteriores fossem todas sim, por muito despropositado que parecesse, diz que tem de ser um não!
É que como se já não bastasse toda a frustração que a actual conjuntura climática me provoca, as temperaturas nem sequer se dão ao luxo de se manterem assim no fim de semana!
Se isto não é um plano macabro para me levar à loucura, então eu não percebo nada disso das conspirações!

Realmente nunca se começa por aquilo que é mesmo importante

Ao que parece, os cursos básicos e fundamentais aqui na chafarica vão começar a ser dados in house que isto da malta pensar que vai andar a viajar à conta foi chão que deu uvas.
Ora, se é para começar pelo básico, pelo fundamental, pelos alicerces, eu achava por bem o primeiro ser de boas maneiras. Se é para ser, que seja bem feito, mas vai-se a ver e o que estou a preparar é sobre cálculo de volumes.
Enfim, mais um gigante gap na formação desta gente. Eu tentei...

Há quem diga que a vida é injusta

Até pode ser, mas a morte também.
Há quem a morte leve cedo demais, mesmo nunca sendo tarde para ir.
É aqui que se redefine o conceito de perda, de abandono, de choque, de planos roubados, de sonhos por concretizar, de revolta, de saudade, de vazio, não por opção de alguém, mas por imposição sabe-se lá de quê.
Não deviam haver vidas assim interrompidas, filhos que ficam sem o pai, mães que ficam sem os filhos, amores que ficam sem a outra metade, amigos que ficam sem amigos...
Resta encontrar um cantinho onde caiba a saudade, que nunca cabe, transborda, e arranjar forças para continuar a andar ainda que no início nos pareça sem rumo.
Que merda de vida? Eu prefiro dizer: que merda essa morte!

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Adenda

"Podes tirar uma pessoa da Amadora, mas jamais tiras a Amadora da pessoa"

O mesmo se aplica à Damaia, à Buraca, ao Cacém, a Massamá, à Moita, a Coina... (lista em constante update)

Facto

O grau de importância das pessoas que encontras num dia é directamente proporcional ao quão mal arranjada tu estás por teres adormecido.
O dia ainda há pouco começou e eu já espero ficar-me por aqui. A ver se aquilo a que ainda chamo Murphy não passa a "azar do c@¥£₩¤↓"

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Turn off

Imaginem que têm de ler uma infinidade de artigos, papers, relatórios, apresentações, todas elas em espanhol (atentem bem neste pormenor pois é aqui que reside o cerne da questão), onde cuenca, mini cuenca, cabalgamientos, cabalgaduras e trampa (isto já pode ser considerado dirty talking, não pode?) são palavras de ordem. A isso juntem sons que estão algures entre o gemido e o suspiro, também eles com o mesmo sotaque (sim, podem não acreditar, mas os suspiros e os gemidos têm sotaque...mesmo) que, quase ritmadamente são emitidos ao vosso lado.
Há quem possa achar isto engraçado, hilariante, até mesmo hot, pois que ele há gostos para tudo, mas a mim só me parece que estou no meio de um filme porno de muito baixo orçamento.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Tudo o que cabe dentro de um dia



Há dias cheios de nada e outros há que são cheios de tudo. Hoje o dia não foi cheio nem vazio, foi a transbordar!
Nele coube toda uma mudança na vida do Calvin e como em todas as mudanças, espera-se que para melhor.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Agora sim percebo isso das mulheres serem uns bichos raros

Só nós mulheres percebemos bem o conceito de tranfiguração animal que faz com que, após uma noite de festa em que estávamos umas verdadeiras gatas, acordemos no dia seguinte a parecer um urso panda... mesmo depois de termos usado e abusado do sabonete facial e do desmaquilhante de olhos.

sábado, 13 de setembro de 2014

4h da tarde, 4h da manhã...

..."às quatro horas então...estarei inquite e agitada."...


E quanto tempo é que será preciso para se deixar de preparar o coração?

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

E quase 2 anos depois de ter vindo para esta casa está na altura de mudar

Nunca fiquei 2 anos na mesma casa tirando a casa da minha mãe. A 2 meses de completar 2 anos aqui, chegou a hora da mudança.
Desta vez a trupe de estivadores, ajudantes e afins pode respirar fundo e relaxar as costas - não vou mudar de casa.
Confesso que estou espantada, diria até boquiaberta com o facto de não estar já a empacotar, mas não, não há caixotes à vista. É desta que bato o recorde.
Houve momentos em que mudar de casa me passou pela cabeça, mas quis a vida que não fosse preciso e a verdade é que gosto mesmo deste meu canto.
Assim sendo, e porque as mudanças não têm de implicar nova casa, vou-me ficar apenas pela casa re(nova)da.
Normalmente abandono o ninho para procurar outro sempre que acho que a necessidade de mudança chama por mim. Desta vez é estranho que só me apeteça nidificar.
Continuemos então com a bricolage e deixemos os caixotes de lado.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

E se em vez de cor de rosa metessem um arco-íris?

Assim a título de uma cor por cada criança a quem, infelizmente, o cancro faz sofrer ou leva cedo demais?
Tenho pena, muita. Acho injusto, cruel e desumano alguém ter de travar uma luta destas. Se perder a guerra então, pior! São estas coisas que me fazem questionar se haverá realmente um Deus. Sou mãe e não consigo sequer imaginar a dor e o sofrimento que deve ser ver um filho a lutar pela vida que assumimos ser sua por direito e é aí que algo em nós faz com que rezemos para que nunca lhe bata à porta tal doença e rezamos ainda mais para que essa nossa prece seja ouvida.
No entanto, e correndo o risco de parecer uma cabra insensível, não posso deixar de ficar triste que estes sentimentos de pena e solidariedade se manifestem apenas numa rede social ou com uma criança específica.
O câncro da Leonor foi mau, injusto, mas não foi pior do que o de todas as outras crianças que lutaram e ainda lutam contra ele e nem o sofrimento da família da Leonor é maior do que o de todos os outros pais que têm filhos a travar a mesma luta ou a quem os filhos também foram levados cedo demais.
O IPO está cheio de Leonores que também não mereciam estar ali e cheio de pais que também choram todos os dias sem saber como será o amanhã.
É bonito ser solidário, compreender e partilhar a dor dos outros, mas tal como banhos de água gelada não resolvem problemas nem curam doenças, fotos cor de rosa também não.
As Leonores que ainda existem precisam mais do que fotos cor de rosa e os pais dessas Leonores também, e não são só donativos. O IPO precisa, aceita e agradece voluntários que ajudem a tornar os dias de luta de todas as Leonores um bocado menos tristes e aí sim, com mais cor.
Aqui fica apenas um dos muitos sítios possíveis para quem quiser ajudar, mas há muitos mais http://www . acreditar . or get
Quem precisa de um mundo mais cor de rosa são as Leonores desta vida e não o Facebook. Esse vai continuar a ser azul...

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Tal mãe, tal filho

Eu sei que há muitas praias no mundo, muitas que ainda não vi, mas pelo menos por cá já tenho a minha há muito tempo. Este ano decidi ir com ele estrada fora e mostrar-lhe várias, das minhas, das que me fazem feliz e das que não gosto tanto para ele poder escolher a dele.
Que sorte afinal gostarmos do mesmo.
Que venham mais uns dias não no meu paraíso, mas no nosso.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Percebes que talvez estejas a passar muito tempo no ginásio quando...

..chegas da praia, vais para o duche e só dás conta que tens os chinelos calçados quando, depois de lavares o corpo todo, chegas à parte de lavar os pés.
Cheira-me que a única coisa que ando a desenvolver no ginásio é o síndrome de balneário público. Era tão bom que fossem antes os músculos.

sábado, 9 de agosto de 2014

Se calhar foi isso...


E eu quis tudo. Quis tudo o que podia ter e o que não podia. Quis tudo o que já conhecia, o que tinha uma ideia do que fosse e tudo aquilo que não sabia sequer que existia, mas que havíamos certamente de descobrir. Se calhar querer tudo é querer demais, mas não sei fazer de outra forma.Menos que tudo não me chegava, mas a verdade é que o nada também não me chega...

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

(ainda) Não se fez luz

Não, mas já é um começo.
É que uma pessoa chora, limpa os olhos, o ranho e a baba e torna a chorar. Uma pessoa passa os dias a ver tudo desfocado de tão inchados que estão os olhos e insiste nisso do sofrer. Afinal somos o povo do fado, sofrer corre-nos no sangue. Entre um choro e outro solta-se um suspiro, pensa-se mais um pouco. Escarafuncha-se as entranhas à procura de uma explicação, de um motivo, de alguma coisa que alivie a dor e no meio disso tudo encontra-se um "porquê?". É ai que voltamos ao mesmo. Ao choro, à baba e ao ranho, à dor no peito que afinal não é mito. Ela existe mesmo, essa puta dessa dor física. Sente-se pena. Acima de tudo sente-se pena de nós próprios por estamos nesse estado o que já de si é digno de pena também. Chegamos a questionar se será karma, uma conspiração do cosmos, uma conjugação e alinhamento astral contra a nossa pessoa, uma praga rogada pela cigana que nos quis ler a sina e nós recusámos, azar ou até mesmo, imagine-se, culpa nossa!
Voltamos a escarafunchar as entranhas à procura de respostas quando lá bem no fundo nós sabemos a resposta a todas essas perguntas. É quando percebemos que a resposta já existe, que não precisa de ser dada por mais ninguém a não ser por nós próprios que começa a fazer-se luz.
Ainda não se aceitam essas respostas como sendo as finais, lá está o fado que nos corre nas veias a fazer-nos ter esperança que a resposta seja outra, mas com o tempo chega-se lá.

sábado, 2 de agosto de 2014

Gostava que os momentos felizes coubessem no papel tão bem e da mesma forma como os momentos triste, mas não. É pena.
Ninguém se sente inspirado a escrever pela felicidade. A felicidade não se escreve, sente-se. A felicidade vê-se no brilho dos olhos, no sorriso, no coração cheio e não há palavras que lhe cheguem.
Já à tristeza tudo lhe serve. Um rabisco, uma imagem, uma música, uma lágrima, um amontoado de frases mesmo que soltas expressam-na tão bem. É lixado...

sexta-feira, 18 de julho de 2014

As coisas são o que são

E servirão sempre para o que servem.
Serem de marca só faz delas mais caras, melhores, (aqui o melhor até pode ser discutível, mas vá), mais exclusivas ou mais o que vocês quiserem, mas de certeza que não lhes altera as funções ou utilidade.
Uma escova de dentes da Dentalux serve para lavar os dentes e o facto de ser da Oral-B não promove a dita escova de dentes a escova de cabelo. Umas chinelas de praia não deixam de ser umas chinelas de praia sejam elas Havaianas, Ipanema ou Dior. O mesmo se passa com as alpercatas. Alpercatas serão sempre alpercatas quer sejam da Seaside, da Zara ou da Paez. Se uns Manolo Blahnik ficam ridículos para passear à beira mar, umas alpetcatas também não ficam melhor no escritório.
Mas isto sou eu que não percebo nada disso de moda.

Depois das dores nos glúteos, nas pernas, nos biceps, nos triceps e nos abdominais...

...descobri as dores nas gémeas. Sim, nas gémeas, não nos gémeos.
Aos 33, mãe de filhos e longe de ginásios desde 2008, já me dava por contente em continuar a passar no teste do lápis. Agora estou em crer que a este ritmo ainda vou conseguir tocar com elas na ponta do nariz sem ter de baixar a cabeça.
Cada um com as suas vitórias, ok?

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Dias de neura

Mulher que é mulher já, em dias de neura, se enfiou num cabeleireiro na esperança que a tesoura servisse como terapia. O insucesso já por mim comprovado desta decisão devia ser elevado a lei universal uma vez que se desconhecem quaisquer casos em que o resultado foi melhor do que desastroso.
Estando eu num desses dias e sendo eu capaz de enunciar essa lei que me proíbe de deixar aproximar uma tesoura do cabelo como alívio da neura, mesmo quando essa ideia passa pela minha cabeça várias vezes, assim tipo diabo que me diz "vai, vai. Vais ver que sais de lá linda e novinha em folha", resolvi antes ir à manicure. Não fosse o estrago resolver-se, ao contrário do cabelo, com um algodão com acetona, a ida à manicure seria também elevada a lei universal ou pelo menos a princípio.
Agora, além da neura também estou blue...

terça-feira, 1 de julho de 2014

Look who's back

Depois de um longo período ausente disto do exercício, o qual, por questões de ego, vergonha e até palavra, prefiro associar a uma dor nas costas que já passou há muito tempo em vez de assumir que no fundo, no fundo foi preguiça, estou de volta ao ginásio.
Não sei por quanto tempo e nem sequer me vou dar ao trabalho de definir metas (lá no subconsciente, qual cenoura em frente ao burro,  estão os 5/7 kgs que gostava de perder, mas isso não se diz a ninguém).
Por hoje contento-me se conseguir aliviar a neura com que estou. Amanhã logo se vê. Se não estiver empenada já é bónus

Não sei se isto deverá ser chamado produtividade, imaginação ou demência...


...mas a verdade é que hoje é disto que vejo. Ossos do ofício...Desejem-me sorte

sexta-feira, 13 de junho de 2014

"Ainda não sei o caminho, mas eu chego lá..."


Porque às vezes andamos à deriva, sem rumo definido, meio aos tropeções e sem saber muito bem que passo dar. Não há caminhos certos, nem errados. Há caminhos. Seja qual for o que eu escolha, seja ir em frente, seja seguir por um atalho, seja dar alguns passos para trás, seja até andar à volta, em círculos, seja a estrada plana e lisa ou com curvas apertadas, que nunca me falte a vontade de andar e que, mesmo que nem sempre saiba onde ele anda, nunca perca de vez o (meu) Norte.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Aquele momento em que...

...chegas à praia e percebes que te esqueceste da toalha. Vale-te conhecer a malta do bar que, generosos,  te oferecem uma cadeira de praia. Já na areia aproveitas para dar graças por teres resolvido usar um vestido em vez de uns calções e um top que, con boa vontade, faz as vezes...

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Estão a ver aquilo dos blogues snob-chic?

Descobri com quê que eles limpam, podem limpar ou até quem sabe podem mandar limpar o seu...bom, aquilo que entenderem estar sujo.
Um must have. E vá, para manterem os níveis de snob-chic no auge, podem referir que é um produto imprtado do Brasil, boa?
Pronto, pronto, não precisam de agradecer

Anita é uma musa inspiradora da música africana

Imaginem-se numa esplanada à beira-mar plantada. Imaginem também que está calor e que para refrescar beberam umas quantas cervejas, pura e simplesmente para matar a sede e hidratar o corpo ressequido. Fácil, não é? Ora bem, imaginem agora que ao sair da esplanada está um grupo de artistas de Cabo Verde no parque de estacionamento do bar sendo um deles portador de uma máquina de filmar com ar semi-profissional e que com vocês tinham um amigo que ainda insiste nisso do "não és mulher não és nada se não...".
Agora que têm o cenário montado, que já sabem (se não sabem passam a saber) que eu sou portadora de uma lata descomunal, podem imaginar como é que eu acabei por ser a musa inspiradora do cantor romântico e entrar num video clip amador.
Se o Belmiro não me enganou, daqui a dois meses vou ser a nova estrela do YouTube.
Vejam lá se depois me fazem um like, ok?
Muito obrigadinha.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Por apenas 1,65 €, numa portagem perto de si

- Olá!  Há tanto tempo que não a via. Está tão linda! Já ganhei o dia.

(ler isto imaginando uma figurinha magra, com óculos, com um sorriso gigante e a falar com as mãos em posição de oração encostadas ao peito. Um mimo!)

E pronto, já não há o homem do adeus, mas há o homem da portagem sempre disposto a fazer alguém feliz.

Very superstitious

Se a minha mãe em vez do esperado "Outra?!" me diz antes um "Que linda! Se calhar de lado ficava melhor" e a minha avó, com 91 anos, me diz "É bonita. Eu cá fazia no pé", eu tinha razão em achar que fazê-la numa sexta-feira 13 só pode ser um bom sinal.