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quinta-feira, 21 de novembro de 2024

Na minha cabeça estava tudo tão bem

Estava tudo em harmonia, equilibrado, com tão bom ar, tudo tão giro. Estava assim um misto de sofisticado e casual que não podiam combinar mais com este tempo outonal.

A verdade é que a luz do dia e saíndo da minha cabeça ensonada, coberto com a névoa típica das 07h30 da manhã, nada resultou como eu tinha vislumbrado.

Acontece que os horários não se compadecem destes maus julgamentos e ainda piores decisões, pelo que me resta envergar a roupa que eu mesma escolhi o resto do dia.

É relaxar e esperar que mais logo o pijama me caia melhor.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

Guess(ing)

Cheira-me que a malta que usa coisas da Guess e as ostenta como se de uma marca de luxo, classe, requinte e bom gosto se tratasse, além de me dar sempre umas comichões que não consigo explicar, são uma versão Kardashians da Ameixoeira. Querem ser, querem (acima de tudo) parecer, mas na verdade, verdadinha não são.

Bem sei que não é bonito esteriotipar as pessoas, mas que os esteriótipos existem, ai isso existem!



quinta-feira, 21 de setembro de 2023

Com um fato preto, eu nunca me comprometo

Mentira. Se o fato tiver mau corte, se o sapato estiver em mau estado e se, não contente com tudo isso, ainda for conjugado como uma camisa de manga curta, não só se comprometem como vão parecer um empregado de mesa ou um cangalheiro. É caso para dizer: "prueba no superada"!

terça-feira, 7 de abril de 2015

Sempre a espalhar magia, em especial em dias de vento

Moça fashion e sofisticada que sou, optei hoje por um estilo Boho. Diz que gosto, que está na moda, que é o que se usa e já que sou também detentora de um blogue, tenho de estar a par destas tendências. Saí portanto de casa com um boho vestido preto. Uma classe!
Acontece que mais do que uma criadora de trends, mais do que uma blogger, mais do que uma mãe, geológa ou moça cheia de estilo, eu sou uma diva e todos sabem que as divas espalham magia e eu não sou excepção. Foi exactamente isso que estive a fazer no pátio da empresa, naquele recanto envidraçado onde se juntam pessoas para fumar e para onde dão centenas de janelas. Como, perguntam vocês?
Simples, a recriar uma black version do mais famoso momento Marilyn Monroe enquanto fumava um cigarro.
Pronto, pronto, agora toca a dispersar, tudo a voltar ao trabalho que o espectáculo já acabou.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Marilyn, és tu?

Não sou, mas podia ser visto haver uma Marilyn Monroe que habita dentro de mim e me obriga, ainda que de forma inconsciente e dissimulada, a usar um vestido em dias de vendaval.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Dias de neura

Mulher que é mulher já, em dias de neura, se enfiou num cabeleireiro na esperança que a tesoura servisse como terapia. O insucesso já por mim comprovado desta decisão devia ser elevado a lei universal uma vez que se desconhecem quaisquer casos em que o resultado foi melhor do que desastroso.
Estando eu num desses dias e sendo eu capaz de enunciar essa lei que me proíbe de deixar aproximar uma tesoura do cabelo como alívio da neura, mesmo quando essa ideia passa pela minha cabeça várias vezes, assim tipo diabo que me diz "vai, vai. Vais ver que sais de lá linda e novinha em folha", resolvi antes ir à manicure. Não fosse o estrago resolver-se, ao contrário do cabelo, com um algodão com acetona, a ida à manicure seria também elevada a lei universal ou pelo menos a princípio.
Agora, além da neura também estou blue...

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Deve ter sido assim que surgiram muitos dos fashion blogues que para aí andam

Imaginem uma sopeira a atirar para o gótica que, em querendo parecer mais compostinha, roça a vendedora porta-a-porta de bíblias satânicas.
Agora imaginem uma saloia que insiste em chamar vintage ao velho e roupa com estilo aos trapos.
É mau, dirão vocês. Tão mau que dificilmente piora.
Pois que a vida ensinou-me que,  por muito baixo que estejamos,  há sempre mais um degrau até ao fundo do poço e vai daí que a sopeira soltou a fashionista que dentro dela sobrevive e toca de dar conselhos de bom gosto à saloia.
Foi nessa altura que percebi que tínhamos saltado do domínio do dantesco para aterrarmos de cabeça e aos trambolhões no ridículo.
Por momentos achei que aquilo ainda podia dar para rir, mas não...

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

É tudo farinha do mesmo saco

Há quem ao Domingo vista a sua melhor roupa para ir à missa.
Há quem, pela altura da Páscoa, vista a sua melhor farpela para ir ao Padrinho receber "as amêndoas", sendo que estes pertencem também ao clube dos Domingos.
Depois há os que, mesmo gozando com os dois anteriores, fazem o mesmo, não em dia de missa, não em dia de receber amêndoas, mas em dia de falar com o big boss.
Qualquer um deles me faz muita confusão, mas só a última estirpe é que me faz mesmo uma espécie dos diabos.

sábado, 5 de outubro de 2013

Agora sim, estou com medo!

A chuva(ada) que teimava em cair nestes últimos dias, os dias cinzentos, escuros e de nevoeiro constantes aliados a uma temperatura amena e a uma sensação de humidade pegajosa levaram a uma esquizofernia fashionista que nos fez ver gente de botas de cano alto com mangas cavas, galochas com t-shirts, cachecóis combinados com calções. Vi gente de sabrinas, de sandálias, de UGG, com vestidos de Verão, com saias de Inverno e até, esta foi o auge, camisas de manga curta, o que já de si é mau o suficiente, combinadas com um sobretudo. Confesso que ver homens com sobretudos quando estão 20ºC leva-me sempre a pensar que na verdade não se trata de um friorento, de um amante das roupas invernais, mas sim de um tarado exibicionista que "ataca" nas estações de metro e comboio, abrindo o seu sobretudo à frente de jovens incautas demonstrando-lhes assim tudo que lá vai dentro.
Hoje que não chove e ainda se consegue ver uma nesga de sol, juro que até tenho medo do que posso ver quando sair à rua!
Só assim a título de prevenção, deixem-me que vos diga, queridos esquizofrenicos da moda, que este sol não bronzeia. Escusam de sair à rua com as botas de montar, com calções curtos e com a parte de cima do bikini que já não há como ganhar uma corzinha, pelo menos não por cá, ok? E não, não me digam que está tudo bem, tudo tranquilo e que se tiverem frio vestem o casaco de penas para aquecer.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Fashion Night Out?

Eu sou mais (Fashion Night) IN casa, ao estilo Coco Chanel

Para uns é na Av da Liberdade e no Chiado uma vez ao ano. Para outros é todo o santo dia.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Tangas e sungas

As tangas e as sungas estão para mim no mesmo patamar que os acidentes de carro: são tremendos, horríveis, são algo que ninguém quer ver, mas a verdade é que não se consegue desviar o olhar.
Como diria o Artur Albarran, o pânico, o horror, a tragédia, o massacre...isto são imagens reais!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Amanhã é que é!

Acho que amanhã vou apostar numas galochas.
Se tiver tanta pontaria como hoje, cheira-me que chego a casa com os pés cozidos.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

É tudo uma questão de escolhas


E já de si a combinação não foi feliz, mas vá, admitamos que isso até pode acontecer. Pode ser um daqueles dias em que a noite foi curta, as horas de sono foram poucas, em que pela manhã, os olhos não estavam abertos o suficiente para verem o quão errada foi a escolha  do modelito. Sim, pode acontecer. Não devia, mas pode. Posso mesmo ir mais longe e dizer que os trapitos foram comprados num "dia não", onde o espelho e a luz do provador nos pregaram uma macabra partida, fazendo-nos parecer bem, onde a escolha dos trapos deveu-se a um pico hormonal e foi o resultado de uma TMP tramada. Sim, tudo isto é possível e até podia servir de atenuante para um acidente, para uma atitude irreflectida, diria mesmo irracional, cujo resultado nos faz ficar o mais próximo possível de um saco de batatas ou de um espantalho. No entanto, quando a escolha é repetida, quando é feita todos os dias da mesma semana, quando se comete o mesmo erro 5 dias seguidos (aqui quase que aposto no seu prolongamento para o fim de semana), não há nada a fazer. Aqui não há hormona, TPM, acidente, furacão dentro do roupeiro nem remelas matinais que sirvam de desculpa.
E se parecer um saco de batatas ou um espantalho já não será, digo eu, o ar que mais gostamos de ter, parecer um saco de batatas ou um espantalho pouco limpo, com calças onde os joelhos já estão tão marcados como se tivéssemos estado um dia inteiro a rezar em cima de milho, cheira-me, não mal, mas que é ainda pior.
Bom, e não precisam de vir para aqui dizer que gostos não se discutem, porque isso eu até sei, mas sei também que se podem comentar ou mesmo lamentar, à isso podem.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Ora vamos lá ver uma coisa

Não querendo fazer disto um fashion blog, aliás, já disse aqui algumas das razões pelas quais deixo isso para quem acha que percebe do assunto (e aqui entenda-se que achar que não é o mesmo que efectivamente perceber, mas adiante), vou ser obrigada a falar, não da última colecção da Zara (kids, naturalmente), da Primark, da Blanco ou outra que tal, mas do tão famoso e batido provérbio: o hábito não faz o monge.
Se o facto de ardarmos com uma batina de monge franciscano não faz de nós um deles, o contrário também se aplica.
Vejamos, um médico usa, no seu dia à dia de trabalho uma bata, no entanto não vai jantar fora com os amigos de bata vestida e estetoscópio ao pescoço. Um cozinheiro trabalha com com um toque blanche na cabeça, mas acho que nunca viram nenhum no metro ou no autocarro envergando o seu chapéu. Da mesma maneira que não vêem um talhante a passear-se no Chiado com um cutelo atrás, nem um repositor de supermercado a circular na Av. de Roma montado numa empilhadora de paletes.
Eu própria sou geóloga e não ando com botas de campo, martelo à cintura e bússola ao pescoço a passear-me no escritório.
Se assim é, e tudo isto parece claro, até mesmo lógico às pessoas dotadas de algum bom senso e bom gosto, porque raio é que eu tenho de ver gente a passear-se de fato de treino e roupa de desporto em geral por essas ruas a fora? É por ser fim de semana? Ah e tal, diz que é prático, que é confortável, que estou assim mais à vontade. Pois não entendo. A menos que tenham vindo a correr, ao estilo maratona, ali do Cacém até ao Colombo e lá tenham parado só para comprar uma garrafa de água não vá dar-se o caso de desidratarem, não vejo razão para andarem vestidos de Nike, Adidas, Rebook ou Puma por aí.
E é curioso que são só os "desportistas do fato de treino de fim de semana" que o fazem. É que na verdade nunca vi um praticante de karate a ir às compras de kimono, nunca vi um praticante de esgrima a ir ao cinema no seu melhor e mais elegante gilet, nem (e aqui com muita pena minha) nunca vi um nadador de competição alapado numa esplanada de touca e tanga da Speedo (pronto, dispensava a touca). Então, acho que também não devia ver o Joaquim lusitano de meia turca branca, fato de treino e boné às compras no Pingo Doce.
Portanto, caros homens, guardem lá as fatiotas desportivas, compradas nos saldos da Decathlon, para os dias em que vos vai apetecer fazer o desporto que, a avaliar pela barriga que vos sai pelas calças, não fazem.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Espectáculo, digo eu #13

Calvin a olhar se soslaio, assim com uma expressão entre o enjoo e a reprovação para os meus pés
Eu: Gostas das botas da mãe? São giras. (e digo isto com um sorriso daqueles que não deixa margem para outra resposta a não ser o "gosto").
Calvin: a abanar a mãozinha em sinal de mais ou menos ao mesmo tempo que franze os lábios, o sobrolho... hummm...não muito.
Eu: Bom, também não tens de gostar de tudo o que a mãe gosta (e aqui eu já estava. claramente resignada, diria mesmo estupefacta, atordoada e devastada com a resposta, mas mantendo-me quase firme).
Calvin: Sim, mas podes ficar com elas, ok?
Eu: Ahhhhh, muito obrigada! Que generoso! (aqui era por demais evidente o tom irónico da minha voz)
Calvin: Pois...mas imagina teres de olhar muitasssss vezes para uma coisa que não gostas. É chato. É assim que me sinto... 

Temos homem! I rest my case.