terça-feira, 26 de setembro de 2017

Às 39 semanas e 4 dias de gravidez...

...deu-se novamente o fenómeno da multiplicação do coração.
Em vez de ter dois corações a bater, passei a ter três, sendo que dois deles batem fora do meu corpo!
Que sejas muito bem vinda minha querida. Que a vida seja meiga e doce para ti e que sejas uma criança tão feliz como o teu irmão.
Que o mundo seja pequeno para vocês e para toda a felicidade que vos desejo.
Eu cá estarei para cumprir o meu papel, sempre ao vosso lado pois de muita coisa que posso ser na vida, ser vossa mãe é, sem dúvida, o maior e melhor privilégio que podia ter.
#umavidanãochegaparavosamar

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Às 37 semanas de gravidez...

...de férias, em comezainas e petiscos, contra todas as expectativas para quem está a apenas 3 semanas de parir e come  que nem uma pequenas lontra, a balança do médico diz que perdeste 1kg!
Algo me diz que, mesmo aos 36 e quase 10 anos depois do primeiro filho, a coisa não está a correr mal!

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Às 34 semanas de gravidez...

...eis que tens de ir ao escritório entregar o papel da férias que ainda contas ter e ele há quem te pergunte "como vão os gémeos?" (apesar de ser só uma), há quem, ao ver-te sentada e meio de costas pergunte "já nasceu?!" (este ganhou tantos, mas tantos pontos) e há quem simplesmente que estás óptima, que não engordaste nada e que só tens barriga (aqui, os 0,5 kg que a balança acusou como resultado do último mês dá-lhe a taça de tiro certeiro). No meio disto tudo, tu só queres que as 6 semanas que faltam passem depressa, que a moça não resolva vir de repente para se juntar às férias lá porque ouviu a sua mãe dizer que está tudo pronto e que ela já pode nascer.
Bom, talvez não seja má ideia começar a pensar fazer a mala para a maternidade, só assim ao estilo "a mim não me apanhas desprevenida".

quinta-feira, 8 de junho de 2017

O que eu gosto de um areal grande e vazio...

Pena é haver sempre quem, perante uma imensidão de areia, em frente a milhares de opções para estender uma toalha sossegado, prefere assentar arraiais mesmo ao lado de quem está no sossego e na companhia de um livro.
Podia dar-se o caso de serem pessoas solitárias que buscassem nessa proximidade geográfica algum consolo, mas não. São pessoas chatas, que se deslocam aos magotes, barulhentas e de conversas ruidosas em som e conteúdo e como se ainda não bastasse, vêm munidas de um cão!
Quilómetros de areal e tinham mesmo de ficar ao meu lado!
Anita chora e feijoca acompanha...

Até ver...

O meu dia começou há 3h. Já mexi em máquinas, já peguei no carro e até agora ainda não avariou mais nada. Yeahhhhh!

Inspira...expira...não pira!

Diz-te a médica que andas acelerada demais e que, a bem da sanidade mental da feijoca e da tua, melhor será vires para casa de baixa para aquilo a que ela apelidou de um mês calmo, zen e relaxado.
Não sabendo tu se no escritório seria um "bom Santo António, malta" ou um "Feliz Natal e Boas Entradas", resolves deixar alinhavado para qualquer eventualidade o maior número de coisas possíveis e vais de baixa quase uma semana depois da médica te ter mandado.

Dia #1: Reservas o dia para tratar da papelada e burocracia no centro de saúda - check; para organizar umas coisas leves em casa - no check - avaria-se a máquina de lavar loiça. Pensas com os teus botões que não há motivo para arrelias, afinal não te podes enervar, e isto é só um problema menor que se resolve contactando o técnico.

Dia #2: Deixas a criança cedo na escola. Vais comprar as coisas que faltam para a viagem de finalistas do 4º ano (no meu tempo a moda só começou no 12º ano e ainda assim acharam precoce. Adiante...) e resolves ir ao cabeleireiro porque, segundo indicação médica, relaxar implica também tratar e ter tempo para mim. Fazes a mala da cria que já anda cá fora, vais levá-la ao colégio. Enquanto te diriges para uma merecida água das pedras fresca com limão no lugar da jola que os 30ºC estavam a pedir, planeias o dia seguinte, onde contas estar na praia, desta feita com um bom livro em vez de uma bola de futebol, com o som das ondas em vez de pan pipes e sons de passarinhos a chilrear, pensando que isso sim vai ser descanso, seguido de uma sessão de massagens num SPA que vai-te saber que nem ginjas. Estás parada no semáforo, perdida nos teus planos e agradecida pelos dias de relaxamento que o passeio do mais velho te vai proporcionar, metes a 1ª mal cai o verde e...nada. O teu carro não anda. Em vez da Smooth Fm que tocava no carro, ouves antes um "patinar" estranho de uma mudança que não arrancou. Mau! Metes a 1ª outra vez. O mesmo som. Experimentas a 2ª, a marcha-atrás...igual.Avenida cheia de trânsito, gente simpática a buzinar, certamente como forma de me perguntar se precisava de ajuda, Metes o triângulo, veste o colete e chamas o reboque. Diz que o kit de embraiagem morreu. Montas-te no reboque até à oficina onde, calmamente te dizem que 700€ e a coisa está resolvida 6ª feira até ao fim do dia. Respiras fundo, afinal, não te podes enervar, não é? Vais buscar o velho Twingo roxo, esse sim nunca falha, e ficas feliz contigo própria por te teres lembrado de tirar o chapéu de sol e o comando da garagem do carro empanado.
Segues para casa sem direcção assistida e sem ar condicionado, a repetir insistentemente que dinheiro é papel, como se fosse um mantra, e a pensar que podia ser pior. Se fosse a caixa de velocidades era mais caro.
Chegas a casa, deitas-te no sofá, pegas no comando e resolves ver um filme, provavelmente uma comédia romântica a ver se desanuvias. Erro. Liga, desliga, faz reset...erro! Ligas para a ZON. A box marou e terei resposta da equipa técnica no prazo máximo de 48h.
Tendo em conta continuo a respirar de forma calma e até consegui pintar as unhas sem parecer que usei uma trincha das paredes, mesmo as da mão direita, acho que posso mandar um sms à minha médica a agradecer-lhe a baixa e os ensinamentos pois, no meio de tudo isto continuo relaxada. Ainda não atingi o Nirvana, mas neste momento já posso ser considerada um Buda e não é só pelo tamanho da minha barriga.

terça-feira, 23 de maio de 2017

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Fátima, Papa e Aniversários

Amanhã podem fazer 100 anos que a Nossa Senhora apareceu aos pastorinhos, mas para mim faz 94 anos que nasceu a minha avó e olhem que o nascimento dela também foi uma aparição.
 

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Quando uma pessoa pensa que tem tudo planeado, tudo muito bem definido...eis que há sempre algo que surge para nos fazer mudar os planos

Sempre disse que se tivesse uma rapariga ela havia de se chamar Maria Victória. Nunca foi uma ideia aceite por todos e para facilitar, a natureza resolveu brindar-me antes com um rapaz, só assim para evitar discórdias. Acontece que eu sempre fui um bicho casmurro e de ideias fixas e, contra tudo e contra todos, sempre mantive a Maria Victória como A opção caso a natureza resolvesse brindar-me com uma miúda.
Fiz das palavras do Fernando Pessoa o mote que me havia de levar, literalmente, à Victória: primeiro estranha-se, depois entranha-se.
Foi então que a natureza achou que era altura de me pôr à prova e lá mandou vir a cachopa. Quando a notícia se espalhou, a feijoca passou automaticamente a ser tratada pelo nome que, actualmente e tal como eu tinha previsto, já era da aceitação geral, não deixando, aparentemente ( e aqui o aparentemente é o busílis da questão), margem para outras opções.
Acontece que (há sempre um acontece nestas histórias) o pai não se deixou convencer pela beleza do nome e, parecendo que não, o pai também é visto e achado nisto das escolhas. Pumba, temos o caldo entornado, que é como quem diz, temos os meus planos desfeitos. 
Contava com a ajuda de todos para convencê-lo, mas diz que quem mais podia ter feito pela coisa falhou-me como as notas de 500€. Tivesse o Jesus feito aquilo para o qual lhe pagaram, tivesse o meu SCP em 1º lugar como devia estar, que não haviam associações ao Benfica que me impedissem de chamar a minha filha de Victória.
Sim Jesus, tu e só tu és o culpado do meu filho nunca ter festejado um campeonato de verde e branco e, como se isso já não bastasse, és também culpado por não poder chamar a minha filha como bem entendo. Se o campeonato já era coisa para me deixar triste, isto do nome é coisa para me deixar irada, Jesus e tu, com os anos de experiência que já levas no lombo, devias saber que com uma mulher movida a hormonas não se devia brincar.
Posto isto, e por ainda não termos chegado a acordo, é nesta triste situação que me encontro...

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Agora Jesus, por tua causa, além de ter de levar com os benfiquistas outra vez em festa, além de ter o meu Facebook pejado de imagens do Marquês, vejo-me a braços com listas de nomes, significados de nomes, nomes mais escolhidos, nomes mais estranhos, enfim todo um mundo de nomes e problemas que eu dispensava. Muito obrigadinha, pá! Juro que nem sei como te agradecer as alegrias que me deste este ano.

Hormonas - podem não ser as culpadas, mas hoje servem como desculpa


Estou farta de gente. Talvez não seja de toda a gente, mas sim de gentinha. Na verdade, bem vistas as coisas, gentinha é o que mais abunda por aí, por isso, talvez possa até generalizar.

Estou farta de ver, ler e ouvir falar em styling, em top, em must have, em lifestyle, em finger food, em vintage, em trendy e em fashion. Não quero saber de festivais do cagalhão que ninguém sabia sequer que existiam antes nem de cerimónias dos Óscares no El Corte Inglês. Caguei nas marquinhas inventadinhas por mãezinhas desocupadinhas que resolveram fazer todas vendinhas em mercadinhos. Não quero conselhos sobre a minha gravidez nem para o que vem a seguir. Não quero dicas top para chuchas, fraldas, epidurais ou cotonetes, sumos detox ou healthy food.

Estou enjoada de pessoas que apregoam a simplicidade, que se dizem muito relaxadas (na verdade elas dizem cool e easy going. Relaxada digo eu que não tenho paciência para essas merdas), mas que depois vai-se a ver e é tudo uma valente treta. Na verdade são mais stressadinhas que uma histérica no pico da ovulação.

Metam naquele sítio onde o sol não brilha todas as fotos tiradas sem maquilhagem, assim a título de acto de grande bravura, como se aparecer de tromba lavada fosse o feito mais heroico que já se viu.

Não preciso de dicas de beleza, de prendas de Natal nem tampouco para o dia da mãe. Ainda sei educar um filho e apimentar a minha relação por isso, poupem também o vosso latim nesses assuntos.

Lixem-se também os ambientalistas, os vegetarianos e os vegans que acham que vão salvar o mundo por não comer vaca ou galinha, mas que adoram ir ao supermercado na sua viatura movida a combustíveis fósseis, comprar o sumo de tomate biológico que vem numa garrafa de plástico, o qual aproveitam para tirar uma selfie com o seu telemóvel com bateria de lítio, a dizer #eatclean #peace&lovelife #osbichossãocomonós. Era encher-lhes a cara de bofetadas de cada vez que escrevem namasté numa foto tirada durante o seu retiro espiritual na India, com uma criancinha ranhosa e emporcalhada que, só por acaso, trabalha numa fábrica da Primark onde se vende roupa de fibras sintéticas e por isso nature frindly.

 Ufa! E agora que já desabafei um pouco, que já aliviei um bocado os tormentos que me assolam o espírito, vou só ali respirar fundo e já volto.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Um dia, oh um dia...

Um dia vou acordar e não me vou idignar com a estupidez alheia nem entrar em discussões com essas mesmas pessoas.
Um dia não vou achar estranho que se prezem mais os animais do que as pessoas, mesmo aquelas que nem são de se cheirar. Um dia vou ver por essa internet fora tantas petições a zelar por criancinhas e velhos como vejo para adoptar animais. Um dia acordo e não há gente mais preocupada com um cão que atacou uma criança do que com a criança que está no hospital por ter sido atacada por um cão. Um dia vou estar rodeada de gente que se preocupa mais com as desigualdades sociais, num país de futebol, onde as "grandes causas" se resumem a touradas e bichos abandonados, do que com não comer carne ou fazer prospecção de petróleo no Alentejo. Um dia vou acordar num país civilizado onde não morram crianças com sarampo porque uns acéfalos decidiram que isto da ciência e da medicina não é mais do que uma cabala para nos extorquir dinheiro, pejar-nos de doenças e fazer testes bioquímicos em humanos.
Um dia vou acordar e ver que não, que as coisas são como são, que as pessoas estão estupidificadas por teorias da conspiração proliferadas pelas redes sociais, que as pessoas humanizam animais em detrimento de outros humanos e que o Paços Coelho continua a ter quem vote nele. Restam-me os dias em que acordo e me levanto com a sensação que estou a fazer a minha parte e isso, parecendo que não, já não é nada mau.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Ginástica na gravidez - dúvidas

Será que as (inúmeras) vezes que vou à casa de banho contam como abdominais e agachamentos?
É fazer figas e esperar que sim.

Aquele momento em que...

...percebes que do Verão passado, pouco mais do que os chinelo e a toalha de praia te vai servir e ficar que nem uma luva!
#maravilhasdagravidez #restaficardemmolhonapraia #acamaservetodasasmanhãs

Às 20 semanas de gravidez...

...continua a haver quem não tenha percebido que estou gravida; outros há que dizem que a minha barriga está enorme; há os que, só por olhar para a forma da barriga, apostam que é menino (ao que parece já perderam) e os que apostam que é menina (os bafejados pela sorte que assiste à lei dos 50%).
E Eu? Eu foco-me no facto de no último mês SÓ ter aumentado 0,5 kg, o que dá um total de 2,5 kg para os 5 meses. Cada um com as suas vitórias.
#agravidezsemprefuncionouparamimcomoumadieta #2+1=4 #amaternidadeficamebem #detestoestargrávidamasadorosermãe

quarta-feira, 1 de março de 2017

Anita também opina sobre os Oscares

Agora que já se sabe quem são os vencedores, há uma corrida às salas de cinema para os ver. Afinal, toda a gente gosta de ter uma opinião para dar. O problema é quando se lê por aí que um grande filme foi o "Cercas". Sim, o Fences. Não tivessem mencionado o Denzel e eu também tardava a chegar lá. Gente, se o vosso inglês não vos permitir dizer o nome original, fiquem-se pela tradução em português de Portugal que alguém se deu ao trabalho de fazer. Referir-se ao filme como "Cercas" não só vos remete assim para um patamar entre o bronco e o azeiteiro, como faz com que a vossa opinião seja tão importante é credível como os devaneios filosóficos do Gustavo Santos.
#quandoamaltaquerpatecerinstruidasóquenão #andtheoscargoesto...

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Às 11 semanas de gravidez


...já com um 1 kg a mais e com uma barriga que da outra vez só lá cheguei aos 5 meses ( e sim, continuo a não conseguir pensar em semanas. Toda a minha vida foi regida por dias, meses e anos e não tenciono formatar-me agora para isto das semanas + dias), no meio de enjoos e afins, senti pela primeira vez desejos. Desejos, senhores!

Não me apeteceram amoras do Kilimanjaro nem papaias do Suriname. Não fiquei a salivar por um quadradinho de chocolate suiço feito com leite ordenhado manualmente por um pastor do Tirol. Tive sim um desejo incontrolável de ténis! Já se sabe como é isto dos estados de graça e as suas superstições e não querendo correr o risco da feijoca sair com cara de sapato, não resisti, nem quis resistir, à tentação.
Sou uma fraca, eu sei, mas culpemos as hormonas e esperemos que haja alguma parcimónio nisto dos desejos sob pena de arruinar a saúde da conta bancária.



Diz que é Carnaval outra vez

E esta mãe, desde que decidiu que não seria o motivo de trauma da sua cria por ir sempre mascarado com as sobras da loja na véspera dos festejos, soltou a fada que há em si e, passando por cima da sua antipatia pelo Carnaval, faz máscaras que é uma beleza.
Diz que este ano o tema era a Alice no País das Maravilhas e esta mãe sacou um Ás de Espadas da cartola que estava  mimo!
Posso não saber pregar um botão, mas de máscaras percebo eu!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Vaga de frio em Portugal digna de todos os jornais e telejornais?

Diz-me a minha memória de elefante que,  no longínquo ano de 2014, faz hoje precisamente 3 anos, era capaz de estar mais frescote e Lisboa passou a manhã vestida de branco. Bom, mas isso sou eu que já ando nesta vida há muitos, muitos anos e insisto nisso de relembrar coisas do passado. Uma saudosista, é o que eu sou.
#osnossosjornalistassãoummimo #istoagorasãosóboasnotícias

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Vegans, Vegetas, verdurianos, fundamentalistas das couves

A sério que já não há paciência para esta nova classe de verdes e defensores da natureza.
Para mim está tudo ao nível das Testemunhas de Jeová que, como se serem detentores de parca inteligência não lhes bastasse para acreditarem em qualquer balela que lhes queiram vender (até ai tudo bem pois cada um sabe de si e é livre de fazer o que bem entende) ainda têm que tentar evangelizer os outros e bombardeá-los com teorias da conspiração mal engendradas, com pouco ou mesmo nenhum valor ou fundamento cientifico, fazendo corar as pedras da calçada e os Darwin desta vida rebolar lá no caixão.
Quase todos os dias sou bombardeada com frases e teorias vindas de páginas patrocinadas por estas redes sociais fora, onde o conhecimento é nulo e os rebeldes sem causa podem expresser as suas frustrações em todo os seu esplendor.
Não querem comer carne? Bom para vocês. Não querem beber leite, não querem comer ovos nem usar qualquer tipo de pele (pele é diferente de pêlo, ok?). Óptimo! Bom proveito, mas não chateiem quem o faz.
Desenganem-se se acham que vão salvar o planeta e a espécie por não comerem um bom bife com ovo a cavalo porque, lamento disiludir-vos, não vão.
Em vez de fazerem pesquisas (ainda por cima mal feitas) sobre as práticas ambientais de certas empresas com o intuito de as boicotarem, dediquem-se antes a pesquisar a sério sobre o impacto ambiental que vocês têm e o que é ser verdadeiramente sustentável.
Podia falar-vos aqui das plantações de soja que vocês tanto gostam, da produção massiva e respectivos impactos ou - e aqui é que a porca torcia o rabo - nisso de serem contra o uso de peles, mas fibras sintéticas provenientes do petróleo ser sempre a andar. Podia falar-vos também sobre o equilibrio de sistemas, esse conceito tão abstracto para vocês, mas não. Prefiro depositar a minha fé toda no Darwin e acreditar piamente que a selecção natural fará o seu papel e que daqui a uns anos estaremos todos no FB a fazer R.I.P. aos fundamentalistas da couve e da batata. Mas isto sou eu, que por acaso até estudei e trabalho em ciência, o que deve fazer de mim uma profunda ignorante quando comparada com vocês, clã iluminado. Vivesse eu numa tenda (biodegradável, claro), acampada numa praia naturista a dançar o Kumbaya e saberia, certamente, mais sobre o assunto!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Anita também faz publicidade aos tão afamados robôs de cozinha

São uma maravilha! Confirmo, e ai de quem me desminta, que isto veio facilitar a minha vida de sopeira.
Tenho o meu há 2 anos e não quero outra coisa. Ele é sopa, ele é bechamel, ele é todo um sem fim de papas que eu jamais faria sem uma panela e sem uma varinha mágica! Estou deslumbrada em especial com a capacidade do copo. Dá para fazer sopa para uma família assim num zás trás. Com jeito fazia sopa para um batalhão só de uma assentada.
E a limpeza, perguntam vocês? Pois que não há nada mais simples que andar a tirar restos de couves enroladas nas pás. Se for um caldo verde então, até podem deixar essa tarefa para um bebé.
Como é que alguém pode viver sem isto?
Pessoal das marcas, podem chegar-se à frente pois como já viram valho todos os cêntimos que me pagarem para fazer publicidade de produtos daqueles que são mesmo bons, tipo banha da cobra!
#sóquenão #parabatedeiraéumapechincha #foidadocomboaintenção #jávivarinhasmágicaspiores

Assim de repente, só olhando pela janela...

...diria que acabei de estacionar nas Caraíbas. Depois olhei para o termómetro e aterrei com os costados na Sibéria!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Há quem engorde por culpa das festividades, já eu...

...miraculosamente chego ao fim das festas a sentir-me mais magra. Depois vêm 2 dias a comer castanhas como se não houvesse amanhã e logo aparece gente a dar-te os parabéns, não por fazeres anos, mas por acharem que estás de esperanças.