terça-feira, 9 de julho de 2024
Então e esse azar, Anita?
sábado, 6 de julho de 2024
Alguém conhece uma bruxa das boas? É para uma amiga
sexta-feira, 14 de junho de 2024
A fervilhar
Santo António já se acabou
O Santo António pode ter acabado, mas os outro santos continuam aí prontos para os festejos e eu, consegui estrear-me ontem ao som de Toy.
O mais velho, mal me viu no arraial, tratou de desaparecer com os amigos aproveitando o mote da festa para aplicar o milagre da (des)aparição. Valha-me a mais nova que, companheira da sua mãe, mesmo acabada de sair de uma gastroenterite que transformou a minha semana noutro tipo de festarola, dançou como diz o Toy , toda a noite, perpetuando esse grande clássico dos arraiais: elas com elas.
Bastava só aceder em provar caracóis que estava pronta para madrinha da nossa marcha, até lá é o nosso manjerico.
sexta-feira, 7 de junho de 2024
Trovoadas
Passei do "Ai valha-me Santa Bárbara, protetora contra raios e
trovões, que vou só ficar aqui escondida debaixo da cama até esta trovoada
passar" para alguém que começa a sorrir ao vislumbre do primeiro raio e
som do primeiro trovão e ontem o espetáculo foi incrível!
Não sei em que momento a trovoada passou a acalmar-me o espírito em vez de
inquietar, mas a verdade é que a única coisa que me conseguiu dar a paz que
precisava ao final do dia.
Talvez a minha vida ande parecida com uma tempestade e por isso comecei a
conseguir apreciar-lhe a beleza.
sexta-feira, 3 de maio de 2024
Uma volta de 360°
Mais uma grande reviravolta na chafarica a que chamo trabalho.
Volta e meia, não vira, lá vem uma reestruturação. Já presenciei várias, mas a verdade é que nunca foram grandes mudanças.
Talvez eles, os que mandam, achem que sim. Talvez eles, os que mandam, até possam sentir alguma coisa de novo, mas na prática, nós que trabalhamos, não vemos diferença nenhuma.
Num mundo de coaching, de frases inspiracionais e de discursos sobre "fazer acontecer", esse chavão dos tempos modernos, esquecemos do mais importante de tudo - a mudança vem de dentro, vem de deixar para trás velhos hábitos enraizados e arriscar em fazer diferente. Vem de aprender e evoluir. Até lá, podem dar as voltas que quiserem, qual jogo das cadeiras, que nós que trabalhamos, ficamos sempre na mesma e eles, que mandam, também.