domingo, 13 de janeiro de 2013

Afinal a Pep(p)a é uma porca!

Se não acreditam e pensam que eu sou só mais uma que vai na carneirada de chamar nomes à Pepa (desta feita sem 2 "p", que afinal a moça não é assim tão tiazoca), é favor de clicarem aqui para verem episódios inéditos.
No episódio que eu estava a ver, a Fada dos Dentes deu uma moeda à Peppa. Tendo em conta que lhe tinha caído um dente da frente, algo me diz que a porca vai usar a moeda para pôr uma placa, uma coroa, talvez até um implante, em vez de comprar uma mala. Pôr dentes, dos clássicos, dos que vão bem com tudo, também é um objectivo para 2013, tão válido como qualquer outro.

Já não há Domingos como antigamente

O que é feito dos típicos filmes de Domingo à tarde na tv nacional?
Pois que de um extremo ao outro vamos do Coliseu onde o Michael Carreira dança um slow com uma uma fã prestes, prestes a ter uma apoplexia nervosa, tal é a emoção, à banda do acordeão que está a tocar na feira da Barrosã.
E com isto perdi a moral para dizer ao Calvin que não podemos só jogar GT5 ou ver um filme de animação.
Perante isto e posta a minha enorme vontade de estar com ele enroscda no sofá, resta-me escolher entre o Panda, a Idade do Gelo ou um qualquer filme dos nossos dele.

E no meio disto tudo, não consigo parar de me questionar sobre o porquê de eu insistir em pagar todos os meses mais de uma centena de canais!!!

sábado, 12 de janeiro de 2013

Sindrome de Peter Pan, icon de moda, bimba do pior, ou completamente marada?

Pois não sei, mas decerto que alguma delas há-de encaixar em mim.
O que eu sei é que nos últimos dias tenho-me perdido nas compras e voltei a ser uma tipa feliz na Zara.
Há já muitos anos, na verdade desde o meu tempo de adolescente, que a Zara pouco ou nada me dizia. Se aos meus 13/14 anos o meu roupeiro poderia ser um representante fiel, até mesmo uma sucursal da Zara, na minha suposta idade adulta, pouco ou nada da loja lá podiam encontrar.
Eis se não quando, na hora de espera que tenho semanalmente enquanto o Calvin faz de Mozart, a Zara voltou a ser a minha melhor amiga. E o que é certo é que, apesar dos anos e anos que nos separámos, a nossa amizade permaneceu igual - continuo a comprar na secção de criança.
Se calhar o nosso problema, a razão do nosso desaguisado era eu achar-me já demasiado crescida para espreitar a Zara kids.
Agora que caí em mim, agora que percebi o que realmente nos une, ficou tudo sanado com 2 vestidos e uma saia.
Pena, pena é não ter conseguido fazer as pazes também com uma túnica marroquina que lá estava pendurada. É que esta minha amiga acha que as meninas de 13/14 anos, com 1, 64m de altura saem ao pai, mas pronto, também não há relações perfeitas, não é verdade?

Acho que afinal não é Ano Novo, vida nova, mas sim Ano Novo, cada vez mais nova! E não, não sou uma anã que descobriu o mundo encantado das roupas tamanho mini, ok?

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Das Pepas desta vida

Agora a Pepa, mais do que a mala Chanel, dá para tudo.
Ele é Pepa para a frente, ele é Pepa para trás e a Pepa está na ordem do dia. Adoro este estrelato instantâneo e os prémios à mediocridade. O único problema, que nem é bem um problema, mas sim uma grande injustiça, é que há por aí tantas Pepas que, coitadas, não obstante o seu mérito, permanecem na sobra e no anonimato. Não se faz!
Ainda agora, enquanto fumava o meu cigarro, estive na presença de 4 criaturas que, ao contrário da Pepa, mesmo sem ninguém lhes ter perguntado nada, debitaram mais barbaridades que a moça da mala Chanel, e nem a 5min de fama vão ter direito.
Vá, vamos lá aplaudir a Pepa (e já agora deitar uma lagrimita pelas 4 atrasadas) por, enquanto o Diabo esfrega um olho, ter ficado mais famosa do que a dita mala.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Anita a fora da lei

Estou de volta aos meus tempos de rebelde, de rufia prevaricadora, de teenager que julga que as regras só existem para ser quebradas, de fedelha que quando conduzia, queria tudo menos ser mandada parar pela polícia.
Na altura era por não ter carta, agora o motivo é o mesmo. A grande diferença é que antes ainda não a tinha tirado e agora tiráram-ma, e tudo por ter passado um mísero sinal vermelho...
Resta-me ter tanta sorte como tive antes e que o dia 4 de Fevereiro chegue depressa.
Podia dizer como é que, 1 ano e meio depois de ter passado o dito sinal, fiquei a saber que do castigo que o senhor agente tinha guardado para mim, mas se o fizesse podia chocar as pessoas mais sensíveis, causar más impressões ou deixar aqui a ideia que não, não voltei aos tempos rebeldes, mas que nunca saí deles, e não há necessidade.


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Temos pena!


Pois como contra factos não há argumento, porque é impossível fugirmos à nossa essência, porque nós somos o que somos e não há como escapar desse fado, nem me vou dar ao trabalho de dizer que este ano vou fazer assim ou assado, frito ou cozido, que vou fazer dieta, que vou ter mais tempo para mim, que vou deixar de nem meter em confusões ou engendrar qualquer outro plano ou estratégia para. Mentira! Eu vou continuar a ser o que sou, a fazer as coisas como sempre fiz até agora, a chegar atrasada de manhã, a deitar-me tarde à noite, a queixar-me das mesmas coisas e a rir-me nas mesma situações, vou continuar a não gostar de quem não gosto e não, não acordei mais boazinha por ter substituído um 2 por um 3 na data.
Lamento pessoas, mas vou continuar com o mesmo mau feitio para uns e o mesmo doce para outros, a mesma palhaça numas situações e a mesma choramingas noutras.
Vou continuar este ano TUDO aquilo que comecei nos que passaram.
Afinal foi o ano que mudou, não eu!

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

1ª questão profunda e pertinente de 2013

Porquê que a malta que vai a banhos no mar, no primeiro dia do ano, faça chuva ou faça sol, insiste em ir mascardo?
Eu consigo perceber o ritual, mesmo sendo inverno, mesmo havendo água a rondar os 7ºC. Compreendo que é já uma tradição, que há quem se sinta limpo e purificado para mais 365 dias. Compreendo que há quem goste de aparecer na tv, no matter what, que há quem goste de folia e rambóia, seja a que temperatura for, mas o que eu não consigo mesmo perceber é o porquê de se mascararem.
E olhem que isso é já um fenómeno quase tão grande como o banho em si. Desenganem-se se pensam que só aqui pela nossa terra é que os banhistas se mascaram. Já é um fenómeno world wide.
Eu é que, por mais que tente, não consigo ver a relação entre o mar, o dia 1 de Janeiro, as purificações e as cabeleiras, caras pintadas, vestimen´tas várias e afins...